quinta-feira, 30 de abril de 2015

Download de Livros

Recebi nos últimos meses alguns pedidos por e-mail (que eu nunca respondo) sobre links para downloads de livros aqui postados e que hoje os links estáo quebrados.

Irei repostar todo material, seja da Thule, da Volgelsprache e até mesmo algumas histórias em quadrinhos sobre a cultura nórdica, mas apenas na página do Facebook do WEGWISIR.

Muitos posts daqui serão migrados para a nova página e serão apagados desta, que no fim desaparecerá.

SAL:UN:SIG

terça-feira, 21 de abril de 2015

RETORNO DO WEGWISIR

Camaradas,
Voltamos as atividades pelo Facebook.
WEGWISIR
É mais prático manter a página por lá. Ajudem a compartilhar.

domingo, 18 de setembro de 2011

K'Taagar - Bluterbschaft

Abaixo segue a música Bluterbschaft da banda K'Taagar, do camarada J.Held (de Inmitten des Waldes, Ecce Hommo e do novo projeto, Steingeist).





Apreciem.


SAL:UN:SIG

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O Curso Natural

Nessa era atual, o mundo sofre um grande problema de desequilíbrio. A humanidade passa fome, sede e pra suprir isso, polui e destrói a natureza. Destrói a natureza novamente quando precisa de mais terreno ou mais materiais pra construir moradias pras pessoas que nascem e se espalham como ratos que rolam na sujeira que seus familiares da geração anterior fizeram. Mas tudo que causa problemas é eliminado naturalmente de algum jeito.

Se a humanidade seguisse o curso natural ela perceberia que o problema do mundo é o excesso de humanos e eliminaria esse excesso, mesmo que de forma inconsciente. Isso ocorrera durante a maior parte da história dos homens da nossa era e de outras por meio de guerras – onde ao invés do homem criar acordos de divisão e expansão destruindo as áreas que se utilizava pra caça ou lazer, guerreava pelos pequenos espaços já ocupados, sempre visando manter o equilíbrio natural para que sempre houvesse recursos suficientes para viver. Mas a humanidade não segue mais o curso natural. A humanidade busca por recursos que dão status ao invés de sobrevivência ou saúde – o ouro e seu poder de compra. Homens que buscam por isso não guerreiam mais, entraram em um acordo onde precisam de mais e mais pessoas que consumam e sirvam de exemplos a serem ou não seguidos.

Então se a humanidade só cresce como um câncer, se reproduzindo e destruindo tudo ao seu redor para que continue a se expandir sem seguir o curso natural, só uma coisa pode acontecer. A natureza precisa agir. A natureza precisa se manter. E como tudo que existe no mundo material é gerido pela própria ganância, a natureza também o faz, nem que pra isso aberrações e mutações precisem surgir ou que mortes precisem ocorrer. A natureza mata! Mas a humanidade sempre evolui intelectualmente e hoje praticamente controla a natureza, ou ao menos parte dela – a humanidade se previne, prevê e até mesmo impede algumas catástrofes naturais. A natureza então deve encontrar um modo de se livrar do câncer.

Nos tempos em que a humanidade vivia e defendia o curso natural, ela sempre se dividiu em pequenos povoados formados por pessoas da mesma raiz estrutural, que eram criadas pelo mesmo ideal e defendiam a si próprios por esses motivos. E quando precisavam se expandir invadia as terras de outras famílias ou clãs, não precisando destruir a natureza de forma tão expressiva e rápida. Não é preciso dizer que esses povos eram racialmente homogêneos, pois fica claro que para manter as mesmas idéias é preciso vir da mesma raiz, pois pessoas diferentes possuem necessidades diferentes – e isso fica claro quando vemos que uma pessoa de pele branca e coberta de sardas precisa de muitos tipos de protetores (cremes ou roupas) para viver em climas áridos e quentes aonde pessoas negras vivem praticamente sem proteção mesmo debaixo de sol forte. Pessoas diferentes com necessidades diferentes precisam gastar mais recursos para que se adaptem a um lugar de modo igual, e esses recursos podem “fazer falta” – e isso fica compreensível quando pensamos em um plantio: plantamos diversos vegetais que necessitam sempre do mesmo tipo de solo ou de cuidados, economizando assim recursos como a compra de terrenos diferenciados ou uma expansão maior do que o necessário para o proveito de um pedaço de terra diferente. Os diferentes povos da humanidade entendiam isso inconscientemente e não aceitavam as diferenças. Ao mesmo tempo estavam em plena parceria com a natureza.
Mas como tudo na natureza é gerado pela ganância, a humanidade também é, e de modo mais extremo. Uma nova era veio, trazendo consigo conquistadores expansionistas, interessados pelo poder. Mais tarde conquistadores expansionistas interessados pelo ouro que trazia mais poder. Hoje não existem mais conquistadores, mas sim interessados pelo ouro – e esses homens entendem que “é preciso dividir para conquistar”. E tudo isso foi dividido por eras que remontam tempos que nem a própria humanidade consegue se lembrar.

Da parte onde existem lembranças – talvez por serem mais próximas ou devido à evolução e o surgimento da grafia – podemos citar “os povos pagãos”, que até então eram simplesmente “os povos”. Esses povos foram sendo dizimados aos poucos em uma região do mundo chamada hoje de Oriente Médio. Lá surgira um povo que denominaria todos os povos politeístas de pagãos. O povo judeu. E como qualquer povo de sua época, em qualquer lugar do mundo, era expansionista e buscava força e poder para que sobrevivessem perante os outros. Um povo que como qualquer outro teve sua era de ouro e também sua “queda”. Quando o povo judeu surgira, podemos citar como o fim de uma era e o início de outra. No fim dessa era, surgira o cristianismo, marcando novamente o início de outra era. E hoje podemos ver que essa era está no fim.

Durante a era do cristianismo o expansionismo foi muito forte – isso no mundo ocidental. Vimos uma Europa se expandir e cria tanto lixo que fez com que a natureza resolvesse parte do problema com a morte de 1/3 da população criadora de lixo com uma onda de uma doença conhecida por “peste negra”. Do mesmo modo vemos hoje o número de fenômenos e catástrofes ambientais aumentando – mesmo que a humanidade busque reduzir ou frear isso. Mas catástrofes e doenças não estão mais fazendo efeito, uma vez que a humanidade está grande demais para que a natureza a controle efetivamente. Então o curso natural é tomado de formas diferentes e passivas, de modo que a humanidade não perceba e não lute contra.

Desde o início da era do cristianismo a humanidade vinha se expandindo como uma praga. O cristianismo fora essa praga, pois a maioria dos povos – ditos pagãos – estavam em harmonia com a natureza – aonde além dos fatos citados sobre preservação, o homem e a mulher tinham seus papéis bem definidos na sociedade. O cristianismo então trouxe consigo a união dos povos e a miscigenação – caso esse que mais tarde seria uma solução praqueles que buscam ouro e poder. A mistura dos povos – mesmo que só a convivência entre eles – trouxeram a escravidão, a falta de trabalho, a falta de recursos, a pobreza, e o poder nas mãos dos poucos que controlavam o processo. E quando isso parou de fazer efeito, as poucas pessoas que controlavam o processo da “máquina mundial” fizeram com que esses povos além de viver juntos, se misturassem – até então só com o intuito de se manterem no poder sem se preocupar novamente com a tentativa ascensão de um povo como ocorrera no chamado III Reich. Quem controla esses objetivos materiais tem como objetivo manter a matéria eternamente para manter e expandir o que possuem. E foi disso que a natureza se aproveitou, uma vez que possui o objetivo de se manter viva.

Mas tanto o cristianismo, quanto o judaísmo ou até mesmo o islamismo possuem alguns dogmas que podem atrasar essa vingança natural. Por exemplo: O islamismo prega que um homem pode ter diversas mulheres, e com isso gera muitos filhos – que é péssimo pra natureza nos dia de hoje. Os judeus prezam por se manterem etnicamente isolados, mas sempre agindo em conjunto com os demais povos – dividindo o território e comprando boa parte dele. Os cristãos com a sua idéia de que todos são iguais e não aceitando as leis naturais. Os três citados, buscam então sua multiplicação para que possam superar o poder dos outros dois – geralmente resultando em mais multiplicação e mais seqüelas para com a natureza.

Nota-se então que mais uma vez o curso natural é perseguido pela natureza. Chegou o fim da era das religiões abraâmicas. Das três. Com isso acabaria o problema dos dogmas que atrapalhariam os planos da natureza. Mas nem tudo ocorre de uma hora pra outra. E há tempos essa era vem chegando, seja com a descrença ou com as novas crenças. De qualquer modo, a natureza precisa reduzir os nascimentos e a expansão humana. Agora então a natureza retoma seu curso.

Juntando-se a falta de dogmas que pedem reprodução a mais dois deles: a miscigenação e o homossexualismo. Do homossexualismo fica fácil perceber o quão bom seria para reduzir o número de nascimentos, mas agora, como a miscigenação se tornaria uma solução pra redução da humanidade se desde então ela servia pra aumentar?

O fato não se deve a miscigenação em si, mas sim o choque cultural. Num tópico anterior fora citado que para um povo viver em harmonia entre si ele precisa descender da mesma raiz – fato que agora passa a ser anulado quase que totalmente. Brigas, desentendimentos, separações de casais e até mesmo a não formação dos mesmos são efeitos desse choque cultural. Peças que não se encaixam em algum ponto do relacionamento criam mais caos social, mais fome e mais miséria devido a novos problemas sociais gerados por si próprios de forma paradoxal. Um buraco negro praticamente sem volta que implora pela criação de mais leis antinaturais que servem para que o emaranhado de problemas aumente.

Homossexuais pulam como pipoca entre todos os povos, mesmo entre aqueles que preferem não miscigenar, diminuindo até mesmo a expansão de povos que naturalmente viviam em harmonia com a natureza no passado – a natureza cura a humanidade do mesmo modo que o médico cura um câncer, sacrificando pequenas partes boas para salvar a grande parte maior. E a cada período aumenta de forma exponencial a quantidade de homossexuais, de modo nunca visto antes. Não podemos saber se isso se deve à falta de medo da sociedade, à falta de dogmas religiosos firmes ou à própria natureza querendo uma adequação de número urgente.

De outro lado o caos social se dirige a um caos descontrolado que de qualquer modo terminará em uma guerra. Mais uma vez a natureza encontrou um modo de adequar a humanidade a ela.

E a nova era que se aproxima vem pra isso. Para a guerra, para a redução da humanidade e para a redução de nascimentos. E isso deve durar até que tudo esteja adequado à natureza e uma nova era possa começar.

Temos então duas escolhas: Fazer parte disso ou impedir isso.

E para impedir isso precisamos fazer as pazes com a natureza – mas nãodo modo que está hoje. Precisamos viver como viviam nossos antepassados harmoniosos. Deve voltar a existir um equilíbrio entre a humanidade e a natureza. E para chegar lá, o caminho é... o caminho será dito pelo tempo, se é que ainda o temos.

Ou então, corremos o risco de ver todo o ciclo material iniciando e atrasando o infinito.

domingo, 10 de abril de 2011

PARTE V – O SAUDOSISMO E OS ANTICORPOS

O maior exemplo de amarras a certas épocas que vemos hoje são os amantes do III Reich. São esses os mais diversos, tais como historiadores, revisionistas, artistas, lunáticos, neonazistas e até mesmo sionistas que se utilizam dessa época para colecionar relíquias ou vender as mesmas para saudosistas que acham que estão combatendo os próprios sionistas ao ostentar tais símbolos.

O III Reich foi só mais um período de tempo passado. Se prender a ele é o mesmo que se prender à matéria. Derrotados ou vitoriosos, os guerreiros do III Reich e seus seguidores não devem mais seguir o modelo proposto, pois o sistema já criou anticorpos para esses tipos. o problema de se manter fiel a uma causa morta é a estagnação.

Rudolf Hess somente encontrou Hitler por não estar procurando um modelo de líder que outrora fora conhecido. Não adiantava buscar um novo Bismarck, nem um novo Arminius, nem mesmo outro Felipe IV. Como já dito, o sistema cria anticorpos para tais atos passados, principalmente se tais atos ou líderes lutaram contra o sistema, contra o macrocosmo ou mesmo contra os seres demoníacos e satânicos expurgados das entranhas da matéria. Se Hess buscasse por um novo Bismarck, acharia centenas ou milhares de "cópias" do mesmo, pois em sua época ele teria sido um modelo para a maioria dos homens mais velhos e até para os mais novos que já foram influenciados por seus pais e avós a seguir um modelo extremamente conservador. Um novo Bismarck naquela época poderia ter sido então qualquer velho bigodudo conservador ou qualquer comedor de salsicha, que teria medo de mudar as coisas por já estar familiarizado com o modo Bismarck que a Alemanha já teria vivido. Um novo Felipe IV também não teria mais sucesso, uma por que a maior parte da monarquia já estava corrompida e em decadência, outra porque a função do mesmo no passado teria sido derrubar a dominação da Igreja, coisa que nos tempos de Rudolf Hess já não mais acontecia - ao menos não com a mesma potência. QUe tal um novo Arminius? Talvez qualquer colono defensor das próprias terras poderia faze tal papel. Pegaria sua espada e lutaria por um pedaço de chão, ou pela própria Alemanha. Mas o sistema o destroçaria facilmente. A sociedade comum não o apoiaria por não seguir valores cristãos, o exército não o apoiaria por não seguir as mesmas tradições marciais e demais formalidades, e o inimigo por já conhecer melhores formas de combate do que correr para frente com armas nas mãos e substâncias talvez ilícitas utilizadas por alguns guerreiros mais furiosos.

O Macrocosmo cria suas próprias defesas. Ou seja, o criador cria essas defesas para que sua farsa se mantenha o máximo possível. O único jeito de lutar é a mutação. O inimigo nunca sabe lutar contra coisas novas, assim como nós se ficarmos presos ao que conhecemos da matéria. Enquanto pensarmos em coisas já existentes nos fechamos para as demais coisas não-criadas, e com isso perdemos não só o "fator surpresa" como também qualquer chance de salvação própria ou de vitória momentânea.

Arminius teria lutado contra os romanos no início da era cristã. Saiu vitorioso e a vitória se manteve por séculos. Por séculos então as terras germânicas continuaram intocadas pelos povos alienígenas. Quase um milênio anos depois essas terras voltam a ser atacadas, dessa vez por um líder cristão, Carlos Magno. Mesmo que as tribos germânicas tenham ganhado a batalha no início do milênio, o conhecimento da batalha anterior teria sido o suficiente para que tivessem sido criados os anticorpos contra esse modelo, e esses anticorpos foram então usadas por exércitos inimigos em forma de conhecimento de táticas e de culturas. Carlos Magno então, como já conhecia o sistema de batalhas e de honra das tribos germânicas, enganou a todas propondo negociações de paz, aonde somente ele próprio teria tropas - subjulgando então os líderes tribais e os matando quando necessário. Carlos Magno, além das táticas militares, também conhecia a cultura dessas tribos. Sabia que muitos temiam as forças da natureza e apelavam para os antigos deuses. Acreditavam essas tribos que um pilar divino chamado Irminsûl os protegia das forças da natureza, assim como prevenia uma possível queda do céu. Carlos Magno então derrubou tal pilar, e desconcertadas então essas pessoas não sabiam no que acreditar. Fora-lhes falado que não precisavam se preocupar mais com nada e que Cristo os protegeria de tudo. O povo germânico então fora subjugado por ter seguido o padrão de um modelo obsoleto de cultura e de liderança, baseado em líderes passados conhecidos e temidos por todos - todos os que não resolveram estudar as táticas e desenvolver vacinas.

Outro exemplo seria a vitória das sociedades secretas. Felipe IV teria lutado em sua época contra o poder papal. As igrejas detinham um poder maior do que o do próprio rei ou imperador. Isso acontecia porque o povo temia a igreja e temia a Deus, que a igreja sempre disse representar. Então muitos reis e imperadores, recebiam apoio da igreja em suas campanhas para que o apoio fosse mútuo. Usavam então o termo de que foram escolhidos como rei por Deus. Porém mesmo tendo todo o controle, esses reis temiam a igreja, pois tinha o poder de excomungar até mesmo os reis. Ou seja, se eles regiam as terras por terem sido escolhidos por Deus, e do nada fossem excomungados da igreja, "foi porque Deus não os quis mais por serem hereges ou traidores". Esses reis então poderiam ser derrubados e mortos sem nem ao menos terem como se explicar. Felipe IV então decidiu retirar tais poderes da Igreja, e quando conseguiu quase fora derrotado pela mesma. A força bruta da Igreja era os templários, que fora quase completamente derrotada. Quase. Talvez nesse ponto a Igreja passasse a perder força, começando pelos reis, e séculos mais tarde por parte do povo. Os sobreviventes dessa ordem fugiram e estudaram novas estratégias. Mais tarde teria sido criada uma sociedade secreta que conhecemos hoje como Illuminati. Mais tarde temos a Maçonaria e suas diversas subdivisões. Não mais tentando ter poder público e reconhecido, tais ordens passaram a influenciar os líderes. Líderes esses que muitas vezes achavam estar no comendo, e que eram atacados por forças invisíveis muitas vezes controladas por seus próprios conselheiros. Por mais que pareça teoria da conspiração, podemos ver hoje que sociedades secretas como a Maçonaria estão infiltradas em quase todos os "módulos" da sociedade, de modo tão espalhado e ao mesmo tempo entrelaçado, que ninguém conseguiria combater. Na Alemanha "Nazi" a maçonaria teria sido proibida, mas tendo sido destruída por lá ou não, possuía tanto poder fora que rapidamente foi reconstituída ao fim do período do último Reich. Tais líderes invisíveis se utilizaram dos anticorpos, ou seja, do conhecimento passado, para aprender a combater o que antes os atacou. Nem um milhão de pessoas como Felipe IV conseguiriam vencer uma sociedade invisível. Talvez muitos deles até mesmo possam estar envolvidos com movimentos extremistas que possam visar atacar tais sociedades. Peguem como exemplo a Ku Klux Klan, que fora fundada por pessoas nada confiáveis e que no fim serviram para sujar a imagem do racialismo e do Nacional Socialismo nos EUA e no mundo.

E Bismarck? Seu propósito teria sido a unificação da Alemanha. Hoje temos projetos como o do Euro que visa unificar a Europa. Do mesmo jeito que os sionistas querem unificar os povos do mundo. Imaginando algo assim, no III Reich Hitler dava autonomia aos povos conquistados, desde que seguissem o modelo Nacional Socialista. Desse modo não haveria uma unificação mundial, mas haveria um "acordo" aonde todas as nações se desenvolveriam para si sem precisar subjugar nenhuma outra. Mais uma vez os anticorpos do sistema funcionaram e a idéia foi derrubada. Hoje ela foi moldada para a forma citada anteriormente. Foi moldada para o Euro, que inevitavelmente vem falhando, mesmo que possivelmente influenciada pelos mestres do macrocosmo - talvez um pouco desses anticorpos ainda viva no povo.

A história sempre se repete, desde que não de forma idêntica.

Não procurando por um modelo específico, Hess acabou encontrando Hitler em meio a um discurso. Hitler então se mostrou exatamente como os esotéricos estavam a procurar. Uma pessoa carismática que discursava de modo emotivo, prendendo a atenção de todos ao mesmo tempo em que os motivava e guiava. Hitler não tinha o porte físico de um guerreiro tal como Arminius teria sido. Hitler também não era um homem coroado ou de enormes riquezas materiais. Pode ter sido um condecorado militar e um emergente político, mas não gozava de um status reconhecido por todos, tal como Bismarck, tampouco tenha tido sequer vitórias reconhecidas na época. Não. Como já dito, Hitler era um modelo diferente. Algo que na época nem o universo e nem os seus demoníacos defensores conheciam. Algo novo que poderia atacar a podridão sem se preocupar com anticorpos por um bom tempo.

Ao fim da guerra, da Segunda Guerra, com tantos roubos, saques e insatisfação do próprio povo faminto dos países que participaram da guerra, o sistema já estava mais do que confiante de que os anticorpos naturais se criariam. Para forçar o acontecimento, se infiltraram em cada país como se fosse uma espécie de "vacina" e começaram a multiplicar o pensamento, mesmo que com a necessidade de imposição, para que as pessoas passassem a rejeitar as ideologias do último líder que tiveram. Essas imposições continuam ainda hoje, e qualquer pessoa que se mostre a favor de tais ideologias é atacada pela polícia, pela política, pelas leis e até mesmo por outras pessoas - do mesmo modo que uma doença que tente invadir um corpo que já a conheça e saiba combater.

Então qual a vantagem de tanto saudosismo?

Para os que tentam ainda lutar pelo nosso povo ou pela libertação espiritual, toda a história dessa grande guerra, assim como de outras é de extrema importância, porém querer viver como se ainda estivesse em uma delas não só é burrice como também atrasa a todos. Manter ideais para os quais o sistema investiu em defesas é o mesmo que dizer "venham nos pegar". Deveríamos somente filtrar as idéias principais, as que realmente são imutáveis, as pela qual o nosso povo já luta a milhares de anos. Devemos manter essas idéias de forma que quando um novo líder possa ser encontrado, elas estejam prontas pra serem reescritas.

O modo mais comum de manter uma idéia como essa é difundí-la entre os que mais a manterão. O povo em si.
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