domingo, 1 de agosto de 2010

Entrevista com a banda Disiplin

Now I'll post the English version too. This is the portuguese version. Bellow follows the original English version.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também. Essa é a postagem em português. Abixo dela segua a original em inglês.


WEGWISIR - Primeiramente, gostaria de agradecer a oportunidade dessa entrevista.
WELTENFEIND - Sem problemas, fico feliz com isso.


WEGWISIR - Fale um pouco sobre o Disiplin. Influências, ou qualquer outra coisa...
WELTENFEIND - Bem, Disiplin foi formada no verão de 2000, após uma tour que fiz com Myrkskog. Deixei a Myrkskog logo após essa tour e iniciei minha própria banda, aonde eu teria o total controle. O estilo e a ideia por detrás da banda, e que deveria ser uma banda Black Metal.


WEGWISIR - A banda vem mudando o estilo sonoro aos poucos desde a primeira demo, pode-se notar. Mas o último CD do Disiplin segue uma linha bem diferente dos anteriores, que lembra bastante o teu projeto paralelo que leva teu nome, Weltenfeind. A que se deve essa mudança?
WELTENFEIND - Musicalmente e liricamente continuou sendo consistente como a demo, e como o primeiro e segundo álbum. Liricamente e visualmente eu queria somente que fosse Black Metal, e queria que as pessoas experimentassem algo genuíno. Então pesquisei e escrevi sobre isso. Musicalmente eu estou extremamente orgulhoso com os álbuns, mas liricamente e visualmente eu os acho infantis e imaturos. O novo álbum é musicalmente uma progressão natural sobre o que Disiplin está envolvida. Uma reflexão minha como compositor. Liricamente e visualmente a banda está envolvida com o NSBM. Eu acordei do torpor depois que me tornei pai, e isso refletiu sobre a Disiplin. Disiplin agora tem significado e finalidade. Não somente entretenimento.


WEGWISIR - Considerada como NSBM, Disiplin segue temática bem diferente do que a que vemos normalmente. Não se fala claramente sobre política, muito menos trata o "paganismo racial" do mesmo modo que a maioria da bandas. Isso é devido a alguma linha esotérica ou somente para quebrar os padrões que conhecemos nesse mundo de ilusões e mentiras?
WELTENFEIND - Sim, não sigui nenhuma fórmula e criei minha própria banda de NSBM. Não faço nada para ser diferente, apenas saí do caminho. Acho que artistas genuínos estão sempre "separados" do resto, e assim acabam tendo algo original a oferecer.



WEGWISIR - As músicas do Disiplin seguem uma linha esotérica que bem parecida com o que seguiam os místicos do III Reich, mas claramente, direcionada para o fim dos tempos. Precede? O que podemos dizer sobre a época em que vivemos? E sobre o Kali Yuga?
WELTENFEIND - Bem, estamos na Idade das Trevas, no Kali Yuga, no Ragnarok. O fim dos tempos. E tudo tende a piorar. Depois do colapso do Mundo Moderno, um novo e brilhante deverá surgir.


WEGWISIR - Alguns dos últimos trabalhos do Dissection aparentemente também seguiam para esse lado, como em Maha Kali, por exemplo. Se não fosse pelo fim da banda na época, teria sido esse o novo rumo da banda?
WELTENFEIND - Dissection foi puramente satanista. E não tinha nada a ver com Disiplin, nem nos últimos 5 anos. Dissection foi musicalmente brilhante.


WEGWISIR - Em Anti-Life existem 2 músicas que chamam atenção, que são Orthodox Devil Worship e Chaos Triumphator. Trechos de cânticos usados em ritos pervertidos vindos da cultura africana, cantados em português - tais ritos são vulgarmente conhecidos por "macumba". Outra música, chamada Quimbanda, também chama atenção pelo nome africano. Qual o motivo desse "interesse"?
WELTENFEIND - Sim, eu incoporei trechos idiotas, infantis, satânicos e sem noção. Supostamente era pra ter sido Black Metal, então toda essa merda me pareceu apropriada. Mas que se foda isso.


WEGWISIR - O que podes dizer sobre a situação do movimento NS na Europa e "no mundo"?? E do próprio NSBM?
WELTENFEIND - Eu acho que o movimento NS possa criar mudanças reais, mas temo que nosso tempo já tenha se passado. Penso que nosso principal objetivo hoje é permanecermos incorruptíveis para as forças do Kali Yuga. Toma conta de amigos, camaradas, da famíla e até do seu amor. Proteja, isole, cerque. NSBM é arte e propaganda, intencionado a inspirar, acordar e dar gás para alguns poucos que continuam não sendo corrompidos pelo Mundo Moderno.


WEGWISIR - Atualmente "in der ganze Welt" podemos ver uma cena Viking Metal modista com bandas que não seguem qualquer movimento decente a fãs totalmente insanos e idiotas que se interessam somente pela fantasia e contos de fadas, em sua maioria. Boa parte dessas bandas também se interessam somente pela fantasia gerada por essas histórias, sem nenhum motivo racialista, político ou mesmo espiritual. O que se pode dizer sobre isso?
WELTENFEIND - Bem, isso é somente entretenimento para eles. São essas drogas que protegem suas mentes dos problemas reais que enfrentamos nas nossas vidas. Alguns podem até criar uma música legal, mas é só isso.


WEGWISIR - Voltando ao assunto esotérico. Como é a situação na Noruega e no restante da Europa?
WELTENFEIND - Aqui onde vivo está ok, mas está indo ladeira abaixo. A doença vem se propagando. Mudei-me para a minha "cidade" de infância a muitos anos e estou feliz com o que fiz. Não quero que meus filhos cresçam em um inferno multicultural.


WEGWISIR - No Brasil existe um problema grave, pois aqui vemos algumas atrocidades, como pessoas de "linhagem desconhecida" se pintando como jogadores de futebol americano, usando Kilts celtas e falando coisas idiotas que não tem ligação alguma com qualquer cultura européia. Temos também, aqui na América do Sul, movimentos esotéricos e racialistas, assim como também estúpidos "vikings feitos pela mídia", neonazis "sem raça" e também pessoas "eXotéricas autopromovidas" em alguns movimentos. O que poderias falar sobre essas pessoas de linhagem desconhecida que querem ser divinas quando não possuem um espírito livre ou divino? Pessoas que estão sempre buscando autopromoção, coisas egoístas ou sentimentos.
WELTENFEIND - Sim, as pessoas são assim mesmo. Todo movimento atrai pessoas desse tipo também. Mas tenho certeza de que usar esse tipo de gente. Homens bomba, talvez.


WEGWISIR - Já vi que existe um material novo do Disiplin a ser anunciado. Existe uma data prevista? O que podemos esperar desse novo trabalho?
WELTENFEIND - Bom, há uma surpresa a caminho esse ano, de que não falarei muito a respeito nesse momento. Depois de "ME NE FREGO!" e do split com Pantheon (US). Podes esperar algo como NSBM frio, áspero e meditativo. Algo como HHG, só que mais evoluído. Clips de "ME NE FREGO!" estão disponíveis on-line na minha conta do Myspace.


WEGWISIR - Para encerrar, alguma declaração ou algo que não lhe foi perguntado mas que é importante que os leitores ou ouvintes saibam?
WELTENFEIND - Apóiem o Martelo do Black Metal Nacional Socialista!
www.thepaganfront.com

Apóiem Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis


Pelo Sangue, pelo Solo e pelos Deuses!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Obrigado novamente pela oportunidade.


SAL UND SIG!

Interview with Disiplin

Now I'll post english version too.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também.


WEGWISIR - At first, thank you for this opportunity.
WELTENFEIND - No problem, I am happy to do it!


WEGWISIR - Could you talk a litle about Disiplin? Like influences or another stuff...
WELTENFEIND - Well, Disiplin was formed the summer of 2000, after I had been on tour with Myrkskog. I left Myrkskog shortly after that tour, and started my own band, as I wanted total control over it. The style and idea behind the band then, was that it should be a Black Metal band.


WEGWISIR - The band (Disiplin) are always "mutating" since the first demo, we can see. But the new album is in a diferent line from your others works, that reminds so mutch your side-project "Weltenfeind". Why is this change?
WELTENFEIND - Musically and lyrically it stayed pretty consistent for the demo, and first and second full-length. Lyrically and visually I just wanted it to be Black Metal, and I wanted people to experience something genuine. That is I researched what I wrote about. Musically I am extremely proud of the albums, but lyrically and visually I find them childish and immature.
The new album is musically a natural progression of what Disiplin has evolved into. A reflection of me as a composer.
Lyrically and visually the band has evolved into NSBM. I awoke from slumber after I became a father, and this is reflected in Disiplin.
Disiplin has now Meaning and a Purpose. Not just entertainment.


WEGWISIR - Considerated by the fans as "NSBM", Disiplin follows diferent themes than we normally find. No clearly "political talking", nor shows any "racial paganism" like the most of other bands. This is due to some esoteric line or only about run away from the common "modismus" in a world of lies and illusions?
WELTENFEIND - Yes, I do not follow any formula, and create my own brand of NSBM. I do not set out to be different, but it just turns out that way. I think genuine artists will always "stick out" from the rest, as they have something original to offer.


WEGWISIR - The Disiplin music apparently follows an esoteric line that reminds the III Reich's Mystics, but cearly directed to the end of the times. Proceed? What can one speak in these times. About Kali Yuga.
WELTENFEIND - Well we are in the Dark Ages, in Kali Yuga - in Ragnarok. These are the end-times. It will only get worse. After the collapse of the Modern World, a new and brighter one will arise!


WEGWISIR - Some of the last works of Dissection apparently shows the same direction that Disiplin follows, like Maha Kali, for example. If the band didn't split-up, would the band (Dissection) followed on this way?
WELTENFEIND - Dissection was purely satanic. It has nothing to do with what Disiplin has been about the last five years. Dissection was musically brilliant!


WEGWISIR - In the full-lenght "anti-life" 2 songs sounds weird for us. "Orthodox Devil Worship" and "Chaos Triumphator". With parts of african perverted rites, that was sung in portuguese. These rites are commonly called "macumba" in the most part of Brazil like where live many niggers. And another song called "Quimbanda", that also came from the african culture. Why is this "interest"?
WELTENFEIND - Yes, I incorporated all sorts of idiotic and childish satanic nonsense. It was supposed to be black metal and all that shit seemed appropriate. But fuck that!


WEGWISIR - What can one speak about the NS movement in Europa and in "world"? And about the NSBM?
WELTENFEIND - I wish the NS movement could be able to create real change, but I fear our time has passed. I think our main objective now is to remain uncorrupted by the forces of Kali Yuga. Take care of friends, comrades, family and the ones you love. Protect, isolate and insulate. NSBM is art and propaganda intended to inspire, awaken, and give fuel to those few who still have not been corrupted by the Modern World.


WEGWISIR - Actually "in der ganze Welt" we can see a modist Viking Metal's scene with bands that doesn't follow any "decent movement" and totaly out of mind and stupid fans interested only in fantasy and fairy tales, mostly. And most of these bands are interested only on fairy tales also, without concern on racialism, politcs or even spiritual meanings. What can one speak about this?
WELTENFEIND - Well, this is just entertainment for them. These are all drugs, that keep their mind of the real problems that face our lives. Some of them might create ok music, but that is it.


WEGWISIR - Back to the esoteric topic. How is the "current situation" on Norway and in rest of Europe?
WELTENFEIND - Where I live is ok, but it is going downhill. The disease is spreading. I moved back to my childhood "city" many years ago, and I am happy I did. I do not want my kids to grow up in a multi-cultural hell.


WEGWISIR - In Brazil and in the rest of South America one can see a big serious racial problem, and bizarre situations like "non-bloodlined" people painted theirselves like american football players at the same time that they're using celtic kilts and talking stupid things that has nothing to do with any european culture. Here in South America one can see esoteric and racialist movements, but also stupid "made vikings" and "raceless" neonazis and also "eXoteric autopromoted" people in some movements. What could you speak about these "non-blodlined" people that wanna be divine when they have no free or divine spirit? People that search always for selfpromotion or egoist stuff and feelings.
WELTENFEIND - Yes, people are like that. Every movement attracts people of this kind. But there can be use for such people I am sure. Suicide bombers perhaps.


WEGWISIR - I saw new Disiplin's works is to be announced. When will be released? What can we expect of this craft?
WELTENFEIND - Well there is a surprise coming this year, which I will not speak much about now. After that "ME NE FREGO!" and the split with Pantheon (US). You can expect Cold, Harsh and Meditative NSBM. Something like HHG, but evolved even further. Clips from "ME NE FREGO!" are online at my myspace account.


WEGWISIR - To finish. Do you have any declaration or comment that i haven't asked but do you consider important to the readers or listeners?
WELTENFEIND - Support the Hammer of National Socialist Black Metal!
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Support Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis

For Blood, Soil and the Gods!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Thank you again for this oppotunity.


SAL UND SIG!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Como ocorre a Assimilação Cultural?

A maioria dos Descendentes de Alemães hoje são castrados. Não só por causa do idioma cada vez menos falado, mas porque a maioria não age mais como um verdadeiro germano - seja na Alemanha ou qualquer outro país germânico ou região colonizada por descendentes de alemães. Na Austrália as colônias foram foram "inglaterrizadas". Nos EUA, foram todos assimilados pelo forte sentimento de patriotismo forçado e mentiroso. No Brasil, foram diminuídos e "cortados" pelo governo, depois, "incentivados" a não falarem mais alemão - sob pena de apanharem, beberem óleo, serem humilhados, além do emprego que já haviam perdido por serem alemães - e a não manterem seus costumes. Depois dessa mudança toda, ter orgulho de ter sangue germânico passou a ser racismo.

Atualmente, tentam acabar de vez com o sangue germânico por meio da mistura racial. A midia nos impõe hoje propagandas a favor da miscigenação, e mostra que qualquer casal que queira manter seu sangue é racista. Sim, a mesma mídia que faz propaganda de paz, mas que contribui com a continuação das infinitas guerras que acontecem pelo mundo - principalmente no Oriente Médio - faz propaganda contra o "racismo". Será que a mídia tem duas caras ou somente uma cara ruim?

Não me refiro à miscigenação pelo lado racial. Mas pelo lado cultural. A mistura cultural é a melhor forma de se apagar uma cultura, e depois, um povo. Precisam de um exemplo bom?
Nós comemos carne bovina, então talvez não sejamos dignos de ter uma companheira indiana, pois indianos não comem carne bovina. Os judeus sacrificam ritualmente os animais, talvez não sejam dignos de se juntarem com gentios que não apoiam isso. Um praticante da Mão Esquerda do Yoga é altamente necessitado de atividade sexual, alguns cristãos só fazem para procriação, um não pode ser digno do outro em suas mentalidades. Do mesmo modo que nós, "comedores de carne", podemos não considerar digna uma indiana pelo simples fato posso acharmos nojento que eles tenham que "religiosamente" tomar banho naquele rio imundo na Índia onde se depositam cadáveres. Um judeu pode nos achar nojentos por sermos um apreciadores de carne suína.

Mas o que acontece se juntarem indianos com indianas, judeus com judias, alemãos com alemãs, árabes com árabes e outros casos onde não se faz necessária uma mistura de culturas? O entendimento é mútuo, puro e evita qualquer tipo de distorção cultural que possa surgir. E não adianta vir com a desculpa de "se tiver respeito tudo anda bem". Vamos usar um exemplo fácil:
Suponhamos que um ateu se case com uma cristã. A mãe passa a vida inteira ensinando seu filho sobre Deus, o pai passa a vida rindo e dizendo que é uma mentira. Ou então a mãe passa a vida inteira ensinando seu filho sobre Deus, e o pai ignora a situação e deixa rolar. Ou então a mãe simplesmente não ensina nada sobre Deus ao seu filho pra não criar conflito com o pai. Nos primeiro caso, a criança ficaria confusa. Nos outros 2, ela não aprenderia uma das partes da "cultura".

Outro exemplo.
Uma alemã que vivia no interior se casa com um homem qualquer que vive em uma grande cidade. A mulher, acostumada com uma vida simples, com belos jardins, casa bem cuidada, que não conhece egoísmos e modismos comuns - como os de uma pessoa que ser melhor do que a outra por causa de bens ou posses. O marido, vivia na conturbada cidade grande, em um pequeno apartamento e com um carrão que usa pra se passar de gatão - mesmo que esteja financiado até as calotas. Obviamente o homem não vai querer abandonar tudo para ir para o interior, e a mulher do interior normalmente aceitaria a mudança. Mesmo que ela o convença a comprar uma casa no lugar do apartamento, as prioridades continuarão sendo outras. O dinheiro que seria usado para o conforto próprio será então usado em luxos e aparências - ao menos boa parte desse dinheiro. O que acontecerá com o costume de "ter um belo jardim" se os filhos do casal praticamente não verão isso? E se ocorresse o contrário. Seria totalmente certo os filhos abdicarem de toda a facilidade que teriam na cidade grande? Tudo depende de que lado se olha.

Que tal um gaúcho casado com uma baiana?
A mãe deixaria de ouvir axé? O pai deixaria de ouvir música gaúcha? Os filhos ouviriam qual delas? As duas? Usariam bombacha ou dançariam quase pelados no carnaval? Ou misturariam os 2 tipos de vestes e costumes? Que tal um vinho com acarajé?

Notem que nos casos acima, não foram citados casos raciais, mas sim costumes ou tradições cotidianas simples. Mesmo assim, alguma perda ocorreu para algum dos lados, ao para ambos. Imaginem então casos, com a inclusão de "raças", "etnias" ou "linhagens" diferentes.

Mas isso não contece sempre de um modo tão gritante. As vezes mudam somente pequenos detalhes que servem como desculpa para mudar outros detalhes. E que no futuro serve para mudar grandes detalhes. E de forma com que ninguém nota, pois é suave. Tão suave quanto "cozinhar um sapo" - jogue o sapo na água quente que ele pula fora por reflexo, jogue na água fria e esquente aos poucos que ele morre sem saber o porquê.

Outro exemplo prático? OK.
Uma família alemã vive em uma comunidade onde quase não existem alemães e que não se conhece quase nada sobre a cultura alemã. Então as demais crianças caçoam do jovem alemãozinho e o chamam de "comedor de salsicha". Envergonhado, o menino não come mais salsichas na frente dos amigos. É lógico que ele não deixou de ser alemão por isso. Mais tarde, ele e sua irmã, juntamente com seus pais, deixam de conversar em alemão por costume de só falar o idioma local. Lógico que não deixaram de serem alemães por isso. Por falta de associações culturais alemãs, a família toda não participa de eventos do tipo, e obviamente se ocupa em eventos locais, com outra cultura. Não deixaram de serem alemães também. Essas crianças crescerão e casarão. Provavelmente, com habitantes locais, não-alemães. Sem o costume de falar alemão, de ir em clubes culturais alemães, sem o costume da gastronomia alemã e sem a convivência com outros alemães, qual a probabilidade dos filhos desses casais serem alemães?

Viram como detalhes pequenos mudaram o rumo da história? A família citada não deixou de ser alemã, mas seus descendentes deixaram. Largar pequenos costumes para se adequar a costumes diferentes pode criar exemplos falsamente positivos, que mais tarde serão usados como desculpa para largar outros. No fim, alemão será só um termo pejorativo para pessoas loiras, ou de pele rosa, ou que ficam vermelhos com o calor, ou até mesmo para pessoas simplesmente brancas - ou turcas, se citarmos o que a Alemanha está se tornando com a assimilação cultural.

O termo "mudar um detalhe pequeno" pode facilmente passar para "mudar para algo que talvez não cause tanto impacto". O "talvez" já passou a ser aceito - mesmo como perigo de "causar grande impacto". O próximo termo poderia ser perfeitamente "não tem problema em mudar esse detalhe, vai causar pouco impacto" - ou seja, VAI CAUSAR IMPACTO. E o próximo termo?

Sem contar que todos esses termos, detalhes e impactos estão ligados à mistura cultural. O maior exemplo disso foi o cristianismo. Quando chegaram à Europa, guerrearam, saquearam e mataram até que as igrejas foram construídas e os povos obrigados a se converterem. Mas como conseguiram isso de forma tão rápida em algumas localidades mais "calmas"? Simples. Transformaram os pequenos detalhes. Utilizaram datas festivas e criaram novos motivos para tais festas. O dia do Solstício de Inverno passou a comemorar o Natal, o nascimento de Jesus. Na Ostara, passou-se a comemorar a páscoa, ou seja, uma festa de "fertilidade" passou a comemorar a morte e a ressureição de um estrangeiro. E a festa pagã considerada a mais promíscua pela Igreja, que se chamava "Walpurgisnacht" passou a comemorar a data de "Santa Valburga" - nem se preocuparam com a festa em si, desde que louvasse algum cristão, santo ou uma passagem qualquer da bíblia, pois a assimilação daria vantagens aos forasteiros cristãos. E o que são as Igrejas Cristãs Hoje? Devido ao costume de "mudar pequenos detalhes" perdeu sua força e além de manter antigos costumes pagãos que não conseguiram mudar, estão assimilando novos. Hoje cansamos de ver os cristãos acreditando em Yoga, Feng shui, budismo, tarô, búzios, macumbas, mandingas e muitas outras coisas que não são cristãs, mas que vieram junto com assimilação cultural.

Independente de quem concorda ou não concorda com o cristianismo. Gosta ou não gosta dos costumes simples de colonos ou de algum tipo de música "qualquer". Independente da etnia. Os fatos citados realmente ocorrem e não tem como esconder. Por mais que a mídia o tente. Basta olhar ao nosso redor e observar. Ou até mesmo na nossa família.

Basicamente todas as culturas são dignas. Algumas, só são quando observadas pelo próprio povo. Algumas, parcialmente. Nesses casos em que existam o mínimo de controvérsias, não há como se manter firme e sem mudar nada nos casos de misturas. E essas mudanças podem acarretar no fim de uma cultura. Creio que todas as culturas devem se manter. Mas para isso, devem se manter separadas e fortes.

Há quem diga, ainda, que somos hipócritas, afinal, a própria Europa é uma mistura de povos que lá viviam. Bingo! Os povos que lá viviam, eram basicamente os mesmos povos, tinham basicamente os mesmos costumes e cultuavam os mesmos deuses. Ou seja, eram o mesmo povo, mas que falavam idiomas ou dialetos diferentes, ou davam nomes diferentes às coisas. Por isso a mesma Cruz Celta pode ser encontrada na Alemanha. Por isso existiam "tipos gaitas de fole" na Escócia, em Portugal, na Alemanha e na Polônia - e datadas de épocas próximas. Por isso Wotan na Alemanha é o mesmo Odin na Noruega. Por isso temos histórias parecidas como a de Sigurd na Escandinávia e Siegfried na Alemanha. E por isso também temos (ou tínhamos) o Beltane na Inglaterra e o Walpurgisnacht na Alemanha em épocas parecidas. Mas eu pergunto: Se tudo isso for uma mentira, por que é que não temos um mito africano que se compare com um mito europeu? Por que é que em Roma, na Grécia e em toda a Europa, a mais de 1000 anos já haviam construções avançadas que hoje em dia não vemos em alguns locais do Oriente Médio e África? Por que é que os únicos países aborígenes que se desenvolveram foram os que tiveram influência européia (colonização). Vejam que até mesmo a região em que "fica" Israel só se tornou "desenvolvida" depois que os judeus "voltaram do tal do êxodo" na Europa, antes disso, suas casas eram em buracos, em cavernas ou até mesmo em pedras como a de qualquer povo semita que se manteve isolado.

Hoje, falar disso é considerado racismo. A mídia considera racismo. As pessoas, ensinadas por professores que foram encorajados para isso, consideram racismo. Talvez até mesmo os leitores considerem racismo. Ou em casos mais brandos, preconceito. Mas preconceito verdadeiro, é uma pessoa não poder expor e se orgulhar de sua cultura e de seus costumes. Preconceito é a pessoa não poder dizer claramente que quer manter seu sangue como é. Preconceito é uma pessoa ser taxada sumariamente de racista simplesmente por ter orgulho do que é. Preconceito é sermos "atacados" por povos invejosos e por pessoas "sem povo" e sem orgulho.

E agora? Aceitaremos o falso rótulo que nos é dado, como o de preconceituosos ou lutaremos contra os preconceituosos que nos atacam?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

VII Batallón de la Muerte


Abaixo segue uma entrevista feita com a banda argentina, "VII Batallón de la Muerte". A entrevista é sequencial e autoexplicativa, então não se faz necessária uma introdução....


WEGWISIR - Bom, vejo que seu projeto possui muita influência da banda Absurd, da Alemanha. Tanto que tens inúmeros covers. Seu projeto começou devido a esses covers, ou os mesmos vieram após algum tempo do projeto?
VII BdLM - No início eu não era capaz de compor minhas próprias músicas, então comecei com alguns covers. E Absurd foi a maior influência que eu tive. O projeto da banda começou realmente quando lancei as primeiras músicas de "La Restauración" ao fim do ano de 2007.


WEGWISIR - No site oficial da sua banda, há um informativo sobre o álbum chamado "Der große Tod", assim como a promo. Esse álbum será composto pela promo e mais os demais covers presentes nos outros albuns, ou também por novos covers? E por que gravar um album somente com covers?
VII BdLM - O novo álbum deverá ter uns 17 covers do Absurd e talvez 2 músicas próprias. Existem outros covers, não só os que já usei em outros álbuns, por exemplo: “Wenn Walküren Reiten”, “Wolfsblut”, “Verlassen”, “Für Germanien” entre outras. Decidi gravar esse tributo ao Absurd para mostrá-los meu respeito e admiração, tentando fazer esses covers da melhor forma que eu puder. Isso é algo que acho que ninguém fez ainda, então acho ser uma boa ideia para um tributo.


WEGWISIR - Assim como existe essa promo só com covers, pode-se ver também que os outros lançamentos da banda possuem estilos diferentes, como no "La Restauración", que ao meu ver é praticamente todo Ambient Black Metal, e o "Orden Nacional", que também diferente dos demais. De modo diferente, o Absurd também costumava fazer isso, principalmente na "nova" formação da banda. Pode-se dizer que essas mudanças também são influências do próprio Absurd?
VII BdLM - Não haverão mais álbuns como "La Restauración", pois quando o gravei, eu estava limitado a criar músicas instrumentais e marciais. Após esse álbum, ganhei mais experiência e comecei a gravar "El Libertador", que mostrava um estilo de música completamente diferente do "VII Batallón de la Muerte". Por falar nisso o próximo ábum, "Semper Patriae Servire Praesto", será muito mais violentos que os antigos e quase todas as músicas terão vocal. Essas mudanças não foram influenciadas pelo Absurd, mas sim pela experuência que me ajudou a melhorar a qualidade das músicas e inspiração.


WEGWISIR - Podemos ver, com os trabalhos da banda, uma visão de "extrema-direita" (como fica conhecida). A atual situação política e financeira da Argentina é propícia a movimentos desse tipo?
VII BdLM - As letras e todo o mais são influenciadas por Nacionalismo, Valores Militares, História e Restauração da Nossa Pátria, e não a fatores econômicos. É calro que a economia está relacionada a diversos problemas, mas não escrevo diretamente sobre isso. Isso é uma declaração de guerra à todas as monstruosidades que caminham sobre solo argentino, e é claro que não espero muito afeto vindo do lado deles.


WEGWISIR - Podemos considerar a VII Batallón de la Muerte como NSBM?
VII BdLM - Não, pois eu geralmente só falo sobre a Restauração dos antigos e lendários valores da minha Pátria. Quase todas as letras estão relacionadas com épocas anteriores ao século XX, e algumas outras sobre o atual presente. Essa é uma das razões pela qual eu simplesmente a defino como "Elitist Nationalist Black Metal". Outros motivos são o jeito de realizar essa Restauração, assim como o modo de expressar isso nas letras, artwork e tudo mais que for criado pela banda. Deves saber que o verdadeiro Patriotismo e Nacionalismo tem os mesmos sentimentos mútuos. Então, se o VII Batallón de la Muerte for ouvido por esses verdadeiros patriotas, eu fico extremamente agradecido.


WEGWISIR - Como anda a cena NSBM na Argentina? Existe algum tipo de ativismo, mesmo que extra-oficialmente?
VII BdLM - O maior e mais conhecido grupo é o "Southern Elite Circle", e pelo que sei é oficial. Existe uma compilação do "Southern Elite Circle" que foi lançada pela "Dark Hidden Productions", uma orgulhosa apoiadora do "The Pagan Front".


WEGWISIR - A Argentina, assim como o Sul do Brasil (embora em menor número), se tornou lar de inúmeros ex-combatentes e heróis de guerra alemães, após o término da II Guerra. E assim como no Brasil e no Chile, na Argentina existem diversas colônias germânicas. Essas colônias ainda cultivam as tradições? Esses ex-combatentes continuaram influenciando essas colônias enquanto vivos?
VII BdLM - Sim, e a maioria dessas colônias não estão alocadas na capital do nosso país, mas em algumas províncias, como na de Córdoba. Se algum dia viajares pela "Villa General Belgrano", verás como o povo alemão e os ex-combatentes influenciaram as colônias.


WEGWISIR - Voltando às suas influências. A banda Absurd é fortemente influenciada por temas como o "paganismo". Podemos dizer o mesmo da VII Batallón de la Muerte?
VII BdLM - As influências da banda são baseadas na história da Argentina e em como nossos antigos e bons valores foram destruídos. Por enquanto, devo expressar todos esses conceitos antes de todo o resto. Mas depois disso existe uma série de temas a se expor. Mas a prioridade e o principal tema sempre foi "a Restauração da Pátria".


WEGWISIR - Existem movimentos "pagãos" na Argentina? Eles são sérios ou são formados por "crianças" modistas?
VII BdLM - Sim. E existem ambos, porém os idiotas não devem ser chamados assim. Alguns deles usam o paganismo como desculpa para suas vidas de degradação em todos os aspectos, pois não passam de tipos como hippies. Conheço alguns grupos, e posso falar que o "Tyr Order" é o mais sério e possui também subdivisões.


WEGWISIR - Para terminar, sua banda é formada somente por você. Isso é devido à alguma ideia misantrópica ou por não achar pessoas com o mesmo pensamento para formar a banda?
VII BdLM - A razão disso é que é quase impossível encontrar pessoas com as mesmas ideias, objetivos e foco musical que eu tenho. Mas isso se deve ao momento, pois existe a chance de um grande camarada fazer parte da formação de "VII Batallón de la Muerte". E falando nisso, ele foi o cara que desenhou o Dogo Argentino na capa do "Orden Nacional", e também é muito compromissado com a banda.


WEGWISIR - Muito obrigado pelas respostas, camarada.
VII BdLM - Agradeço pela entrevista. E desculpe pelo atraso. [...]


Site da banda: http://www.viibatallondelamuerte.com/
Na página inicial da banda está disponibilizado o link para download da promo "Der große Tod", contendo 3 covers da banda Absurd.


Abaixo, a capa citada do single "Orden Nacional".



Sal und Sig!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gewiss der ewigen Wiederkehr

Hoje, o blog WEGWISIR "comemora seu primeiro ano", ativo e sem derrubadas. Bom, mas não exatamente de modo oficial. O primeiro post no blog foi oficialmente feito no dia 19 de maio de 2009. Porém consideraremos o dia 24 de maio, uma vez que foi a data em que o blog foi "oficialmente apresentado", coincidindo que a data caiu no dia semanal do Sol. Seguindo as tradições germânicas, devido a ausência de um calendário exato, não "comemoraremos" em nenhum dia exato, seja do mês ou da semana, o "aniversário" disso aqui. Mas sim que sua "criação" seja lembrada por essa mórbida época em que nos preparamos para a chegada da frio, para a morte do Sol e por momentos melancólicos - que para muitos, se torna a melhor época do ano, seja para aprender, para refletir, ou simplesmente para esquecer das ilusões - e o que seria o tempo, senão uma das nossas maiores limitações e ilusões?

Gostaria de agradecer a todos que seguiram, que apoiaram, que enviaram material, que divulgaram ou que ajudaram das mais diversas formas. Gostaria de agradecer até mesmo os que repudiaram, que xingaram, que falaram mal e até mesmo os que ao longo desse período ameaçaram ou difamaram. É demostrando conhecimento, discutindo ou até mesmo "jogando merda no ventilador" que descobrimos verdadeiros aliados, verdadeiros inimigos e também os simplesmente idiotas.

Diferente do habitual, não postarei nada meu, muito menos um texto grande. Preferi utilizar um texto escrito por Hendrik Möbus no ano 2000. Möbus é líder da banda Absurd e membro influente da cena NSBM. O texto pode ser considerado antigo, mas compete bastante ao que que ocorre aqui e em diversas partes do mundo - o que o torna extremamente atual.

Essa situação, assim como a que passamos aqui no Sul e em todo o Brasil, não só mostra que a democracia em que vivemos é totalmente falsa e ilusória, como nos faz de completos idiotas. Essa democracia que nos impede de ter uma simples "conversa pública" que trate de assuntos que se voltam contra o sistema democrático vigente jamais poderá ser chamada de "democracia", no sentido original da palavra.

Sem mais delongas, segue abaixo o texto.


CARTA AOS NACIONALISTAS GERMÂNICOS

Senhoras e senhores honrados, caros camaradas:

Estou certo que meu nome é de vosso conhecmento. Também estou certo de que esse conhecimento vem em sua maior parte da mídia do sistema - e o que se tem mostrado ali não torna particularmente fácil para que eu apareça com um ar simpático.

Mesmo que possamos compreender a manipulação da mídia, continuamos sendo influenciados por ela. Provavelmente todos somos vítimas da propaganda feita pelo sistema. Não me surpreenderia que honrados nacionalistas não queiram nada comigo - um "satanista assassino", um " nazista satanista" ou um "cria de Satã".

Eu não quero repetir as coisas que a mídia espalha sobre a minha pessoa, mas essas mentiras desempenham um papel fundamental na campanha do sistema. Qualquer um que duvidar da minha integridade ideológica pode conferir com o Dr Pierce da "National Alliance" sobre a minha visão do mundo.

Eu gostaria de deixar claro o porquê do interesse da resistencia nacional em assumir o meu caso: Porque vai contra as intenções do sistema e beneficia todos os alemães fiéis à sua Pátria Mãe.

Eu não deixei a República Federal da Alemanha para escapar da minha "punição justa". Tive que escapar de uma busca inquisitória feita pela polícia e pelos tribunais, depois que descobri que queriam fazer de mim um exemplo. Todas as minhas "ofenças" desde 1998 (quando eu havia escapado da prisão juvenil) tinham natureza política. Esses "crimes políticos" não machucavam ninguém, assim como não haviam destruido nada. Fiquei, no entanto, sendo tratado como uma "perigosa ameaçca de extrema direita".

Isso não é um destino nada incomum para os dissidentes na Alemanha nos dias de hoje. De qualquer forma, diferente dos demais prisioneiros políticos na República Federal da Alemanha, tenho a possibilidade de pedir asilo político nos Estados Unidos da América.

De fato, nenhuma das autoridades da RFA e dos EUA estão contentes com meu pedido de asilo. Eles estão nervosos (e com razão), pois meu pedido de asilo levanta muitas questões que eles não querem que sejam levantadas. Por exemplo: Por que a RFA criminaliza coisas que são completamente legais nesse "modelo de democracia" - os EUA?

A parte mais explícita dessa e de outras questões serão discutidas na RFA e nos EUA, as autoridades afirmarão que existe um estado de emergência. Então eles tentarão abafar meu caso, distorcer e encobrir os fatos.

De qualquer modo, vocês poderão evitar isso. Peço com urgência que não deixem escapar essa oportunidade. Se a resistência nacional alemã não utilizar meu caso para esses propósitos, o sistema irá abusar do meu caso para agredir todos os Nacionalistas Germânicos.

Não estou usando esse pedido para que eu me torne o centro das atenções. Não quero fazer parte das suas organizações. Mas sei o quanto é séria e dramática a nossa situação na Alemanha. Essa situação requer um encerramento incomum e decisivo. Meu caso provê uma oportunidade para tal. Quem sabe, um tribunal dos EUA me conceda asilo. Isso seria uma impressionante demonstração do que todos nós sabemos a tempo: A RFA não é uma democracia, mas sim um estado criminoso.

Com cumprimentos patrióticos,
Hendrik Möbus
Batavia, New York
09 de Setembro de 2000

A matéria original pode ser vista no link: NSBM.org

Para quem tiver interesse, o primeiro post oficial do blog foi a explicação do próprio nome, a runa WEGWISIR.
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