quarta-feira, 6 de abril de 2011

PARTE III – A CRIATURA E O UNIVERSO

s criações foram então criadas como uma forma de ajudar a manter o universo em funcionamento, do mesmo modo que plantamos grama ou arbustos em barrancos para que não desbarranquem tão facilmente. A espécie humana, como uma criatura, não foge à regra.

Mesmo destruindo a natureza ou o ambiente em que vive, a espécie humana o faz para sobreviver e desenvolver a ciência. Estando isso certo ou não, no momento oportuno, surgirão novos meios de sobrevivência para a espécie humana – mesmo quando tudo o que conhecemos e admiramos não mais exista. Talvez pela cobiça, pelo egoísmo ou pela ganância, no fim, os meios serão justificados.

Mais uma vez vemos que os humanos, assim como as demais criações, não passam de escravos do universo, ou do criador do mesmo – direta ou indiretamente. Porém como uma espécie pensante, ou seja, que possui a capacidade de pensar acabara por desenvolver outra capacidade, a de questionar.

Tudo que o criador não queria aconteceu. Algo iluminou a mente da sua principal ferramenta, a ferramenta-criatura que supostamente fora feita à sua imagem e semelhança. Tal iluminação teria vindo de fora do universo, assim como a origem dessa ferramenta humana. O questionamento, o desconhecido, a dúvida. Nada seria mais desconhecido do que o que viesse de fora do universo. Nada também seria mais verdadeiro do que isso.

Quem questiona acaba por ter que parar o que estava fazendo para, no mínimo, pensar. Essa pausa pode ser curta, mas a soma dela em milhares de milhões de anos, multiplicada por incontáveis pessoas pensantes insurgentes ao longo desses anos pode acarretar numa enorme perda de “energia” na soma final do montante.

Se a espécie humana foi criada pra manter o universo ou funcionar junto com o mesmo, então seria nocivo se alguns da espécie parassem o ciclo para pensar.

Então como uma farpa na mão que o organismo força o expurgo, a sociedade passara a entrar em conflito com tais seres questionadores. Tal prova disso é que desde a antiguidade dois povos ou mais sempre estiveram em guerra – não numa guerra comum por território, mas pelo total extermínio ou escravização do rival.

Podemos ver pinturas e esculturas egípcias, hora com imagens de faraós, de soldados ou do próprio povo escravizando outros povos com aparência diferente; outrora vemos os povos diferentes escravizando os primeiros. Vimos no Oriente Médio civilizações que se dividiram e civilizações que subjugaram outras. Vimos religiões surgindo e matando outras mais antigas. Vemos reis surgindo de religiões. Vimos reis impondo tais religiões como forma de domínio. Vimos que as religiões que mais dominaram o povo são as que mais pedem ou obrigam cultos, sacrifícios e adoração ao Criador. Finalmente vemos que tais cultuadores, sacrificadores e adoradores formam a maior parte do “organismo pensante” e que tentam, por tudo, expurgar as “farpas” que se recusam a fazer parte desse ciclo.


terça-feira, 5 de abril de 2011

PARTE II – VISÃO DE UNIVERSO

Imaginemos o universo como um organismo. Como num organismo vivo, tudo no universo é interligado e necessita de reações de incontáveis outros pontos, sensores e fontes de energia. Sendo que até mesmo essas fontes de energia, pontos e sensores necessitam de outros fatores, ou de fatores compartilhados entre eles mesmos.

O que seria a espécie humana então? Nada mais do que o restante dos amontoados de partículas existentes no universo. A espécie humana não seria nada mais do que uma “célula específica no organismo universal”. Só que dotados de inteligência, talvez a espécie humana possa ter uma função maior do que alguns outros “sistemas celulares”. Essa seria a função de influenciar racionalmente outros objetos ou outras formas de vida.

Num universo de tamanho desconhecido para nós, é impossível acharmos que somos os maiores influenciadores, pois outros “sistemas celulares do universo” podem ser tão influentes sobre a nossa espécie que não conseguiríamos viver sem ele – por mais que possam parecer pra nós como inanimados ou não pensantes, como o Sol.

Mas assim como o Sol, muitos outros fatores da natureza, ou seja, de “outros organismos celulares”, não podiam ser controlados por nós. Não podiam. Podemos citar entre eles o fluxo dos rios, mas que hoje podem ser controlados mediante nossa ciência e engenharia. Alguns outros fatores não são controlados, mas são amenizados pela mesma ciência, como no caso de podermos nos proteger de tempestades, tufões e até mesmo terremotos. Hoje não teríamos como nos proteger no caso de um aumento de radiação solar, pelo simples fato de não termos uma ciência tão desenvolvida assim. Mas e se em épocas futuras pudermos impedir terremotos e nos proteger da radiação. Talvez essa seja a missão da espécie humana, desenvolver-se ao ponto de controlar o universo, tal como o Criador, a sua imagem e semelhança.

Isso significa que assim como a espécie humana pode influenciar o universo, o universo pode influenciar a espécie humana. O que ocorre com qualquer organismo. Certos abusos de influência podem também danificar o organismo ou o universo. O desvio de um rio pode acarretar na subtração de alguma espécie de animal que servia de alimento para outro que agora tem que buscar uma nova forma de sustento, desbalanceando o ecossistema local. Do mesmo modo que um vício mantido pelo sistema nervoso de uma pessoa por causa de algum tipo de prazer pode danificar algum outro órgão. Até mesmo o que consideramos inanimado, como os astros, podem se mover ou transformar de forma que possam acabar tirando do rumo ou até mesmo destruindo outros astros.

Mas assim como em todo organismo, podem surgir tumores ou vírus, o universo também pode ser influenciado.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

UNIVERSO, GUERREIRO E ESPÍRITO

Nos próximos dias serão postados trechos de um texto mais longo, dividido entre partes. Não necessitando de explicações maiores.



PARTE I – A CRIAÇÃO DA CRIATURA

O universo foi criado pelo Criador sem motivos aparentes, e não vemos nada senão a criação do tempo e da matéria. Isso com uma visão ingênua.

Se pararmos para pensar um pouco no que lemos ou ouvimos a respeito Dele, podemos notar que é um “ser” que necessita de atenção e de adoração, assim como precisa se auto-afirmar como um exímio criador. Para tal, esse Criador pode ser visto como um experimentador. Podemos ver isso no Gênesis da mitologia judaico-cristã onde Ele cria seu mundo físico. Assim como podemos vê-lo sob a carapaça de Brahma, na mitologia indiana, onde se diz que os mundos se criam e se destroem como bolhas na respiração de Brahma. Em outras mitologias asiáticas também vemos diversas outras formas de criação e destruição em formas de ciclos de eras.

Segundo o livro Irminsûl, de Varg Vikernes, a criação do homem se deu para que o mesmo pudesse ajudar a manter o universo em expansão. Pela mitologia judeu-cristã, Deus (JHVH) já utilizava o homem como escravo desde seus primeiros dias, como cuidando do Éden, dando nomes aos animais e adorando-o para que seu ego fosse inflado na terra do mesmo modo que nos seus domínios divinos pelos anjos. Nessa mesma mitologia o homem então deveria seguir certas regras, como não comer frutas do pomar “tal”, não comer certas espécies de animais, seguir alguns mandamentos, se subjugar à leis que respondem aos interesses de alguns e não de todos. Podemos então concluir que a espécie humana não passa de uma espécie escrava.

Podemos ver como escravos todos os humanos, menos os que tentam não contribuir.

domingo, 1 de agosto de 2010

Entrevista com a banda Disiplin

Now I'll post the English version too. This is the portuguese version. Bellow follows the original English version.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também. Essa é a postagem em português. Abixo dela segua a original em inglês.


WEGWISIR - Primeiramente, gostaria de agradecer a oportunidade dessa entrevista.
WELTENFEIND - Sem problemas, fico feliz com isso.


WEGWISIR - Fale um pouco sobre o Disiplin. Influências, ou qualquer outra coisa...
WELTENFEIND - Bem, Disiplin foi formada no verão de 2000, após uma tour que fiz com Myrkskog. Deixei a Myrkskog logo após essa tour e iniciei minha própria banda, aonde eu teria o total controle. O estilo e a ideia por detrás da banda, e que deveria ser uma banda Black Metal.


WEGWISIR - A banda vem mudando o estilo sonoro aos poucos desde a primeira demo, pode-se notar. Mas o último CD do Disiplin segue uma linha bem diferente dos anteriores, que lembra bastante o teu projeto paralelo que leva teu nome, Weltenfeind. A que se deve essa mudança?
WELTENFEIND - Musicalmente e liricamente continuou sendo consistente como a demo, e como o primeiro e segundo álbum. Liricamente e visualmente eu queria somente que fosse Black Metal, e queria que as pessoas experimentassem algo genuíno. Então pesquisei e escrevi sobre isso. Musicalmente eu estou extremamente orgulhoso com os álbuns, mas liricamente e visualmente eu os acho infantis e imaturos. O novo álbum é musicalmente uma progressão natural sobre o que Disiplin está envolvida. Uma reflexão minha como compositor. Liricamente e visualmente a banda está envolvida com o NSBM. Eu acordei do torpor depois que me tornei pai, e isso refletiu sobre a Disiplin. Disiplin agora tem significado e finalidade. Não somente entretenimento.


WEGWISIR - Considerada como NSBM, Disiplin segue temática bem diferente do que a que vemos normalmente. Não se fala claramente sobre política, muito menos trata o "paganismo racial" do mesmo modo que a maioria da bandas. Isso é devido a alguma linha esotérica ou somente para quebrar os padrões que conhecemos nesse mundo de ilusões e mentiras?
WELTENFEIND - Sim, não sigui nenhuma fórmula e criei minha própria banda de NSBM. Não faço nada para ser diferente, apenas saí do caminho. Acho que artistas genuínos estão sempre "separados" do resto, e assim acabam tendo algo original a oferecer.



WEGWISIR - As músicas do Disiplin seguem uma linha esotérica que bem parecida com o que seguiam os místicos do III Reich, mas claramente, direcionada para o fim dos tempos. Precede? O que podemos dizer sobre a época em que vivemos? E sobre o Kali Yuga?
WELTENFEIND - Bem, estamos na Idade das Trevas, no Kali Yuga, no Ragnarok. O fim dos tempos. E tudo tende a piorar. Depois do colapso do Mundo Moderno, um novo e brilhante deverá surgir.


WEGWISIR - Alguns dos últimos trabalhos do Dissection aparentemente também seguiam para esse lado, como em Maha Kali, por exemplo. Se não fosse pelo fim da banda na época, teria sido esse o novo rumo da banda?
WELTENFEIND - Dissection foi puramente satanista. E não tinha nada a ver com Disiplin, nem nos últimos 5 anos. Dissection foi musicalmente brilhante.


WEGWISIR - Em Anti-Life existem 2 músicas que chamam atenção, que são Orthodox Devil Worship e Chaos Triumphator. Trechos de cânticos usados em ritos pervertidos vindos da cultura africana, cantados em português - tais ritos são vulgarmente conhecidos por "macumba". Outra música, chamada Quimbanda, também chama atenção pelo nome africano. Qual o motivo desse "interesse"?
WELTENFEIND - Sim, eu incoporei trechos idiotas, infantis, satânicos e sem noção. Supostamente era pra ter sido Black Metal, então toda essa merda me pareceu apropriada. Mas que se foda isso.


WEGWISIR - O que podes dizer sobre a situação do movimento NS na Europa e "no mundo"?? E do próprio NSBM?
WELTENFEIND - Eu acho que o movimento NS possa criar mudanças reais, mas temo que nosso tempo já tenha se passado. Penso que nosso principal objetivo hoje é permanecermos incorruptíveis para as forças do Kali Yuga. Toma conta de amigos, camaradas, da famíla e até do seu amor. Proteja, isole, cerque. NSBM é arte e propaganda, intencionado a inspirar, acordar e dar gás para alguns poucos que continuam não sendo corrompidos pelo Mundo Moderno.


WEGWISIR - Atualmente "in der ganze Welt" podemos ver uma cena Viking Metal modista com bandas que não seguem qualquer movimento decente a fãs totalmente insanos e idiotas que se interessam somente pela fantasia e contos de fadas, em sua maioria. Boa parte dessas bandas também se interessam somente pela fantasia gerada por essas histórias, sem nenhum motivo racialista, político ou mesmo espiritual. O que se pode dizer sobre isso?
WELTENFEIND - Bem, isso é somente entretenimento para eles. São essas drogas que protegem suas mentes dos problemas reais que enfrentamos nas nossas vidas. Alguns podem até criar uma música legal, mas é só isso.


WEGWISIR - Voltando ao assunto esotérico. Como é a situação na Noruega e no restante da Europa?
WELTENFEIND - Aqui onde vivo está ok, mas está indo ladeira abaixo. A doença vem se propagando. Mudei-me para a minha "cidade" de infância a muitos anos e estou feliz com o que fiz. Não quero que meus filhos cresçam em um inferno multicultural.


WEGWISIR - No Brasil existe um problema grave, pois aqui vemos algumas atrocidades, como pessoas de "linhagem desconhecida" se pintando como jogadores de futebol americano, usando Kilts celtas e falando coisas idiotas que não tem ligação alguma com qualquer cultura européia. Temos também, aqui na América do Sul, movimentos esotéricos e racialistas, assim como também estúpidos "vikings feitos pela mídia", neonazis "sem raça" e também pessoas "eXotéricas autopromovidas" em alguns movimentos. O que poderias falar sobre essas pessoas de linhagem desconhecida que querem ser divinas quando não possuem um espírito livre ou divino? Pessoas que estão sempre buscando autopromoção, coisas egoístas ou sentimentos.
WELTENFEIND - Sim, as pessoas são assim mesmo. Todo movimento atrai pessoas desse tipo também. Mas tenho certeza de que usar esse tipo de gente. Homens bomba, talvez.


WEGWISIR - Já vi que existe um material novo do Disiplin a ser anunciado. Existe uma data prevista? O que podemos esperar desse novo trabalho?
WELTENFEIND - Bom, há uma surpresa a caminho esse ano, de que não falarei muito a respeito nesse momento. Depois de "ME NE FREGO!" e do split com Pantheon (US). Podes esperar algo como NSBM frio, áspero e meditativo. Algo como HHG, só que mais evoluído. Clips de "ME NE FREGO!" estão disponíveis on-line na minha conta do Myspace.


WEGWISIR - Para encerrar, alguma declaração ou algo que não lhe foi perguntado mas que é importante que os leitores ou ouvintes saibam?
WELTENFEIND - Apóiem o Martelo do Black Metal Nacional Socialista!
www.thepaganfront.com

Apóiem Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis


Pelo Sangue, pelo Solo e pelos Deuses!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Obrigado novamente pela oportunidade.


SAL UND SIG!

Interview with Disiplin

Now I'll post english version too.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também.


WEGWISIR - At first, thank you for this opportunity.
WELTENFEIND - No problem, I am happy to do it!


WEGWISIR - Could you talk a litle about Disiplin? Like influences or another stuff...
WELTENFEIND - Well, Disiplin was formed the summer of 2000, after I had been on tour with Myrkskog. I left Myrkskog shortly after that tour, and started my own band, as I wanted total control over it. The style and idea behind the band then, was that it should be a Black Metal band.


WEGWISIR - The band (Disiplin) are always "mutating" since the first demo, we can see. But the new album is in a diferent line from your others works, that reminds so mutch your side-project "Weltenfeind". Why is this change?
WELTENFEIND - Musically and lyrically it stayed pretty consistent for the demo, and first and second full-length. Lyrically and visually I just wanted it to be Black Metal, and I wanted people to experience something genuine. That is I researched what I wrote about. Musically I am extremely proud of the albums, but lyrically and visually I find them childish and immature.
The new album is musically a natural progression of what Disiplin has evolved into. A reflection of me as a composer.
Lyrically and visually the band has evolved into NSBM. I awoke from slumber after I became a father, and this is reflected in Disiplin.
Disiplin has now Meaning and a Purpose. Not just entertainment.


WEGWISIR - Considerated by the fans as "NSBM", Disiplin follows diferent themes than we normally find. No clearly "political talking", nor shows any "racial paganism" like the most of other bands. This is due to some esoteric line or only about run away from the common "modismus" in a world of lies and illusions?
WELTENFEIND - Yes, I do not follow any formula, and create my own brand of NSBM. I do not set out to be different, but it just turns out that way. I think genuine artists will always "stick out" from the rest, as they have something original to offer.


WEGWISIR - The Disiplin music apparently follows an esoteric line that reminds the III Reich's Mystics, but cearly directed to the end of the times. Proceed? What can one speak in these times. About Kali Yuga.
WELTENFEIND - Well we are in the Dark Ages, in Kali Yuga - in Ragnarok. These are the end-times. It will only get worse. After the collapse of the Modern World, a new and brighter one will arise!


WEGWISIR - Some of the last works of Dissection apparently shows the same direction that Disiplin follows, like Maha Kali, for example. If the band didn't split-up, would the band (Dissection) followed on this way?
WELTENFEIND - Dissection was purely satanic. It has nothing to do with what Disiplin has been about the last five years. Dissection was musically brilliant!


WEGWISIR - In the full-lenght "anti-life" 2 songs sounds weird for us. "Orthodox Devil Worship" and "Chaos Triumphator". With parts of african perverted rites, that was sung in portuguese. These rites are commonly called "macumba" in the most part of Brazil like where live many niggers. And another song called "Quimbanda", that also came from the african culture. Why is this "interest"?
WELTENFEIND - Yes, I incorporated all sorts of idiotic and childish satanic nonsense. It was supposed to be black metal and all that shit seemed appropriate. But fuck that!


WEGWISIR - What can one speak about the NS movement in Europa and in "world"? And about the NSBM?
WELTENFEIND - I wish the NS movement could be able to create real change, but I fear our time has passed. I think our main objective now is to remain uncorrupted by the forces of Kali Yuga. Take care of friends, comrades, family and the ones you love. Protect, isolate and insulate. NSBM is art and propaganda intended to inspire, awaken, and give fuel to those few who still have not been corrupted by the Modern World.


WEGWISIR - Actually "in der ganze Welt" we can see a modist Viking Metal's scene with bands that doesn't follow any "decent movement" and totaly out of mind and stupid fans interested only in fantasy and fairy tales, mostly. And most of these bands are interested only on fairy tales also, without concern on racialism, politcs or even spiritual meanings. What can one speak about this?
WELTENFEIND - Well, this is just entertainment for them. These are all drugs, that keep their mind of the real problems that face our lives. Some of them might create ok music, but that is it.


WEGWISIR - Back to the esoteric topic. How is the "current situation" on Norway and in rest of Europe?
WELTENFEIND - Where I live is ok, but it is going downhill. The disease is spreading. I moved back to my childhood "city" many years ago, and I am happy I did. I do not want my kids to grow up in a multi-cultural hell.


WEGWISIR - In Brazil and in the rest of South America one can see a big serious racial problem, and bizarre situations like "non-bloodlined" people painted theirselves like american football players at the same time that they're using celtic kilts and talking stupid things that has nothing to do with any european culture. Here in South America one can see esoteric and racialist movements, but also stupid "made vikings" and "raceless" neonazis and also "eXoteric autopromoted" people in some movements. What could you speak about these "non-blodlined" people that wanna be divine when they have no free or divine spirit? People that search always for selfpromotion or egoist stuff and feelings.
WELTENFEIND - Yes, people are like that. Every movement attracts people of this kind. But there can be use for such people I am sure. Suicide bombers perhaps.


WEGWISIR - I saw new Disiplin's works is to be announced. When will be released? What can we expect of this craft?
WELTENFEIND - Well there is a surprise coming this year, which I will not speak much about now. After that "ME NE FREGO!" and the split with Pantheon (US). You can expect Cold, Harsh and Meditative NSBM. Something like HHG, but evolved even further. Clips from "ME NE FREGO!" are online at my myspace account.


WEGWISIR - To finish. Do you have any declaration or comment that i haven't asked but do you consider important to the readers or listeners?
WELTENFEIND - Support the Hammer of National Socialist Black Metal!
www.thepaganfront.com
Link
Support Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis

For Blood, Soil and the Gods!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Thank you again for this oppotunity.


SAL UND SIG!
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