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sexta-feira, 29 de julho de 2011

O Curso Natural

Nessa era atual, o mundo sofre um grande problema de desequilíbrio. A humanidade passa fome, sede e pra suprir isso, polui e destrói a natureza. Destrói a natureza novamente quando precisa de mais terreno ou mais materiais pra construir moradias pras pessoas que nascem e se espalham como ratos que rolam na sujeira que seus familiares da geração anterior fizeram. Mas tudo que causa problemas é eliminado naturalmente de algum jeito.

Se a humanidade seguisse o curso natural ela perceberia que o problema do mundo é o excesso de humanos e eliminaria esse excesso, mesmo que de forma inconsciente. Isso ocorrera durante a maior parte da história dos homens da nossa era e de outras por meio de guerras – onde ao invés do homem criar acordos de divisão e expansão destruindo as áreas que se utilizava pra caça ou lazer, guerreava pelos pequenos espaços já ocupados, sempre visando manter o equilíbrio natural para que sempre houvesse recursos suficientes para viver. Mas a humanidade não segue mais o curso natural. A humanidade busca por recursos que dão status ao invés de sobrevivência ou saúde – o ouro e seu poder de compra. Homens que buscam por isso não guerreiam mais, entraram em um acordo onde precisam de mais e mais pessoas que consumam e sirvam de exemplos a serem ou não seguidos.

Então se a humanidade só cresce como um câncer, se reproduzindo e destruindo tudo ao seu redor para que continue a se expandir sem seguir o curso natural, só uma coisa pode acontecer. A natureza precisa agir. A natureza precisa se manter. E como tudo que existe no mundo material é gerido pela própria ganância, a natureza também o faz, nem que pra isso aberrações e mutações precisem surgir ou que mortes precisem ocorrer. A natureza mata! Mas a humanidade sempre evolui intelectualmente e hoje praticamente controla a natureza, ou ao menos parte dela – a humanidade se previne, prevê e até mesmo impede algumas catástrofes naturais. A natureza então deve encontrar um modo de se livrar do câncer.

Nos tempos em que a humanidade vivia e defendia o curso natural, ela sempre se dividiu em pequenos povoados formados por pessoas da mesma raiz estrutural, que eram criadas pelo mesmo ideal e defendiam a si próprios por esses motivos. E quando precisavam se expandir invadia as terras de outras famílias ou clãs, não precisando destruir a natureza de forma tão expressiva e rápida. Não é preciso dizer que esses povos eram racialmente homogêneos, pois fica claro que para manter as mesmas idéias é preciso vir da mesma raiz, pois pessoas diferentes possuem necessidades diferentes – e isso fica claro quando vemos que uma pessoa de pele branca e coberta de sardas precisa de muitos tipos de protetores (cremes ou roupas) para viver em climas áridos e quentes aonde pessoas negras vivem praticamente sem proteção mesmo debaixo de sol forte. Pessoas diferentes com necessidades diferentes precisam gastar mais recursos para que se adaptem a um lugar de modo igual, e esses recursos podem “fazer falta” – e isso fica compreensível quando pensamos em um plantio: plantamos diversos vegetais que necessitam sempre do mesmo tipo de solo ou de cuidados, economizando assim recursos como a compra de terrenos diferenciados ou uma expansão maior do que o necessário para o proveito de um pedaço de terra diferente. Os diferentes povos da humanidade entendiam isso inconscientemente e não aceitavam as diferenças. Ao mesmo tempo estavam em plena parceria com a natureza.
Mas como tudo na natureza é gerado pela ganância, a humanidade também é, e de modo mais extremo. Uma nova era veio, trazendo consigo conquistadores expansionistas, interessados pelo poder. Mais tarde conquistadores expansionistas interessados pelo ouro que trazia mais poder. Hoje não existem mais conquistadores, mas sim interessados pelo ouro – e esses homens entendem que “é preciso dividir para conquistar”. E tudo isso foi dividido por eras que remontam tempos que nem a própria humanidade consegue se lembrar.

Da parte onde existem lembranças – talvez por serem mais próximas ou devido à evolução e o surgimento da grafia – podemos citar “os povos pagãos”, que até então eram simplesmente “os povos”. Esses povos foram sendo dizimados aos poucos em uma região do mundo chamada hoje de Oriente Médio. Lá surgira um povo que denominaria todos os povos politeístas de pagãos. O povo judeu. E como qualquer povo de sua época, em qualquer lugar do mundo, era expansionista e buscava força e poder para que sobrevivessem perante os outros. Um povo que como qualquer outro teve sua era de ouro e também sua “queda”. Quando o povo judeu surgira, podemos citar como o fim de uma era e o início de outra. No fim dessa era, surgira o cristianismo, marcando novamente o início de outra era. E hoje podemos ver que essa era está no fim.

Durante a era do cristianismo o expansionismo foi muito forte – isso no mundo ocidental. Vimos uma Europa se expandir e cria tanto lixo que fez com que a natureza resolvesse parte do problema com a morte de 1/3 da população criadora de lixo com uma onda de uma doença conhecida por “peste negra”. Do mesmo modo vemos hoje o número de fenômenos e catástrofes ambientais aumentando – mesmo que a humanidade busque reduzir ou frear isso. Mas catástrofes e doenças não estão mais fazendo efeito, uma vez que a humanidade está grande demais para que a natureza a controle efetivamente. Então o curso natural é tomado de formas diferentes e passivas, de modo que a humanidade não perceba e não lute contra.

Desde o início da era do cristianismo a humanidade vinha se expandindo como uma praga. O cristianismo fora essa praga, pois a maioria dos povos – ditos pagãos – estavam em harmonia com a natureza – aonde além dos fatos citados sobre preservação, o homem e a mulher tinham seus papéis bem definidos na sociedade. O cristianismo então trouxe consigo a união dos povos e a miscigenação – caso esse que mais tarde seria uma solução praqueles que buscam ouro e poder. A mistura dos povos – mesmo que só a convivência entre eles – trouxeram a escravidão, a falta de trabalho, a falta de recursos, a pobreza, e o poder nas mãos dos poucos que controlavam o processo. E quando isso parou de fazer efeito, as poucas pessoas que controlavam o processo da “máquina mundial” fizeram com que esses povos além de viver juntos, se misturassem – até então só com o intuito de se manterem no poder sem se preocupar novamente com a tentativa ascensão de um povo como ocorrera no chamado III Reich. Quem controla esses objetivos materiais tem como objetivo manter a matéria eternamente para manter e expandir o que possuem. E foi disso que a natureza se aproveitou, uma vez que possui o objetivo de se manter viva.

Mas tanto o cristianismo, quanto o judaísmo ou até mesmo o islamismo possuem alguns dogmas que podem atrasar essa vingança natural. Por exemplo: O islamismo prega que um homem pode ter diversas mulheres, e com isso gera muitos filhos – que é péssimo pra natureza nos dia de hoje. Os judeus prezam por se manterem etnicamente isolados, mas sempre agindo em conjunto com os demais povos – dividindo o território e comprando boa parte dele. Os cristãos com a sua idéia de que todos são iguais e não aceitando as leis naturais. Os três citados, buscam então sua multiplicação para que possam superar o poder dos outros dois – geralmente resultando em mais multiplicação e mais seqüelas para com a natureza.

Nota-se então que mais uma vez o curso natural é perseguido pela natureza. Chegou o fim da era das religiões abraâmicas. Das três. Com isso acabaria o problema dos dogmas que atrapalhariam os planos da natureza. Mas nem tudo ocorre de uma hora pra outra. E há tempos essa era vem chegando, seja com a descrença ou com as novas crenças. De qualquer modo, a natureza precisa reduzir os nascimentos e a expansão humana. Agora então a natureza retoma seu curso.

Juntando-se a falta de dogmas que pedem reprodução a mais dois deles: a miscigenação e o homossexualismo. Do homossexualismo fica fácil perceber o quão bom seria para reduzir o número de nascimentos, mas agora, como a miscigenação se tornaria uma solução pra redução da humanidade se desde então ela servia pra aumentar?

O fato não se deve a miscigenação em si, mas sim o choque cultural. Num tópico anterior fora citado que para um povo viver em harmonia entre si ele precisa descender da mesma raiz – fato que agora passa a ser anulado quase que totalmente. Brigas, desentendimentos, separações de casais e até mesmo a não formação dos mesmos são efeitos desse choque cultural. Peças que não se encaixam em algum ponto do relacionamento criam mais caos social, mais fome e mais miséria devido a novos problemas sociais gerados por si próprios de forma paradoxal. Um buraco negro praticamente sem volta que implora pela criação de mais leis antinaturais que servem para que o emaranhado de problemas aumente.

Homossexuais pulam como pipoca entre todos os povos, mesmo entre aqueles que preferem não miscigenar, diminuindo até mesmo a expansão de povos que naturalmente viviam em harmonia com a natureza no passado – a natureza cura a humanidade do mesmo modo que o médico cura um câncer, sacrificando pequenas partes boas para salvar a grande parte maior. E a cada período aumenta de forma exponencial a quantidade de homossexuais, de modo nunca visto antes. Não podemos saber se isso se deve à falta de medo da sociedade, à falta de dogmas religiosos firmes ou à própria natureza querendo uma adequação de número urgente.

De outro lado o caos social se dirige a um caos descontrolado que de qualquer modo terminará em uma guerra. Mais uma vez a natureza encontrou um modo de adequar a humanidade a ela.

E a nova era que se aproxima vem pra isso. Para a guerra, para a redução da humanidade e para a redução de nascimentos. E isso deve durar até que tudo esteja adequado à natureza e uma nova era possa começar.

Temos então duas escolhas: Fazer parte disso ou impedir isso.

E para impedir isso precisamos fazer as pazes com a natureza – mas nãodo modo que está hoje. Precisamos viver como viviam nossos antepassados harmoniosos. Deve voltar a existir um equilíbrio entre a humanidade e a natureza. E para chegar lá, o caminho é... o caminho será dito pelo tempo, se é que ainda o temos.

Ou então, corremos o risco de ver todo o ciclo material iniciando e atrasando o infinito.

domingo, 1 de agosto de 2010

Entrevista com a banda Disiplin

Now I'll post the English version too. This is the portuguese version. Bellow follows the original English version.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também. Essa é a postagem em português. Abixo dela segua a original em inglês.


WEGWISIR - Primeiramente, gostaria de agradecer a oportunidade dessa entrevista.
WELTENFEIND - Sem problemas, fico feliz com isso.


WEGWISIR - Fale um pouco sobre o Disiplin. Influências, ou qualquer outra coisa...
WELTENFEIND - Bem, Disiplin foi formada no verão de 2000, após uma tour que fiz com Myrkskog. Deixei a Myrkskog logo após essa tour e iniciei minha própria banda, aonde eu teria o total controle. O estilo e a ideia por detrás da banda, e que deveria ser uma banda Black Metal.


WEGWISIR - A banda vem mudando o estilo sonoro aos poucos desde a primeira demo, pode-se notar. Mas o último CD do Disiplin segue uma linha bem diferente dos anteriores, que lembra bastante o teu projeto paralelo que leva teu nome, Weltenfeind. A que se deve essa mudança?
WELTENFEIND - Musicalmente e liricamente continuou sendo consistente como a demo, e como o primeiro e segundo álbum. Liricamente e visualmente eu queria somente que fosse Black Metal, e queria que as pessoas experimentassem algo genuíno. Então pesquisei e escrevi sobre isso. Musicalmente eu estou extremamente orgulhoso com os álbuns, mas liricamente e visualmente eu os acho infantis e imaturos. O novo álbum é musicalmente uma progressão natural sobre o que Disiplin está envolvida. Uma reflexão minha como compositor. Liricamente e visualmente a banda está envolvida com o NSBM. Eu acordei do torpor depois que me tornei pai, e isso refletiu sobre a Disiplin. Disiplin agora tem significado e finalidade. Não somente entretenimento.


WEGWISIR - Considerada como NSBM, Disiplin segue temática bem diferente do que a que vemos normalmente. Não se fala claramente sobre política, muito menos trata o "paganismo racial" do mesmo modo que a maioria da bandas. Isso é devido a alguma linha esotérica ou somente para quebrar os padrões que conhecemos nesse mundo de ilusões e mentiras?
WELTENFEIND - Sim, não sigui nenhuma fórmula e criei minha própria banda de NSBM. Não faço nada para ser diferente, apenas saí do caminho. Acho que artistas genuínos estão sempre "separados" do resto, e assim acabam tendo algo original a oferecer.



WEGWISIR - As músicas do Disiplin seguem uma linha esotérica que bem parecida com o que seguiam os místicos do III Reich, mas claramente, direcionada para o fim dos tempos. Precede? O que podemos dizer sobre a época em que vivemos? E sobre o Kali Yuga?
WELTENFEIND - Bem, estamos na Idade das Trevas, no Kali Yuga, no Ragnarok. O fim dos tempos. E tudo tende a piorar. Depois do colapso do Mundo Moderno, um novo e brilhante deverá surgir.


WEGWISIR - Alguns dos últimos trabalhos do Dissection aparentemente também seguiam para esse lado, como em Maha Kali, por exemplo. Se não fosse pelo fim da banda na época, teria sido esse o novo rumo da banda?
WELTENFEIND - Dissection foi puramente satanista. E não tinha nada a ver com Disiplin, nem nos últimos 5 anos. Dissection foi musicalmente brilhante.


WEGWISIR - Em Anti-Life existem 2 músicas que chamam atenção, que são Orthodox Devil Worship e Chaos Triumphator. Trechos de cânticos usados em ritos pervertidos vindos da cultura africana, cantados em português - tais ritos são vulgarmente conhecidos por "macumba". Outra música, chamada Quimbanda, também chama atenção pelo nome africano. Qual o motivo desse "interesse"?
WELTENFEIND - Sim, eu incoporei trechos idiotas, infantis, satânicos e sem noção. Supostamente era pra ter sido Black Metal, então toda essa merda me pareceu apropriada. Mas que se foda isso.


WEGWISIR - O que podes dizer sobre a situação do movimento NS na Europa e "no mundo"?? E do próprio NSBM?
WELTENFEIND - Eu acho que o movimento NS possa criar mudanças reais, mas temo que nosso tempo já tenha se passado. Penso que nosso principal objetivo hoje é permanecermos incorruptíveis para as forças do Kali Yuga. Toma conta de amigos, camaradas, da famíla e até do seu amor. Proteja, isole, cerque. NSBM é arte e propaganda, intencionado a inspirar, acordar e dar gás para alguns poucos que continuam não sendo corrompidos pelo Mundo Moderno.


WEGWISIR - Atualmente "in der ganze Welt" podemos ver uma cena Viking Metal modista com bandas que não seguem qualquer movimento decente a fãs totalmente insanos e idiotas que se interessam somente pela fantasia e contos de fadas, em sua maioria. Boa parte dessas bandas também se interessam somente pela fantasia gerada por essas histórias, sem nenhum motivo racialista, político ou mesmo espiritual. O que se pode dizer sobre isso?
WELTENFEIND - Bem, isso é somente entretenimento para eles. São essas drogas que protegem suas mentes dos problemas reais que enfrentamos nas nossas vidas. Alguns podem até criar uma música legal, mas é só isso.


WEGWISIR - Voltando ao assunto esotérico. Como é a situação na Noruega e no restante da Europa?
WELTENFEIND - Aqui onde vivo está ok, mas está indo ladeira abaixo. A doença vem se propagando. Mudei-me para a minha "cidade" de infância a muitos anos e estou feliz com o que fiz. Não quero que meus filhos cresçam em um inferno multicultural.


WEGWISIR - No Brasil existe um problema grave, pois aqui vemos algumas atrocidades, como pessoas de "linhagem desconhecida" se pintando como jogadores de futebol americano, usando Kilts celtas e falando coisas idiotas que não tem ligação alguma com qualquer cultura européia. Temos também, aqui na América do Sul, movimentos esotéricos e racialistas, assim como também estúpidos "vikings feitos pela mídia", neonazis "sem raça" e também pessoas "eXotéricas autopromovidas" em alguns movimentos. O que poderias falar sobre essas pessoas de linhagem desconhecida que querem ser divinas quando não possuem um espírito livre ou divino? Pessoas que estão sempre buscando autopromoção, coisas egoístas ou sentimentos.
WELTENFEIND - Sim, as pessoas são assim mesmo. Todo movimento atrai pessoas desse tipo também. Mas tenho certeza de que usar esse tipo de gente. Homens bomba, talvez.


WEGWISIR - Já vi que existe um material novo do Disiplin a ser anunciado. Existe uma data prevista? O que podemos esperar desse novo trabalho?
WELTENFEIND - Bom, há uma surpresa a caminho esse ano, de que não falarei muito a respeito nesse momento. Depois de "ME NE FREGO!" e do split com Pantheon (US). Podes esperar algo como NSBM frio, áspero e meditativo. Algo como HHG, só que mais evoluído. Clips de "ME NE FREGO!" estão disponíveis on-line na minha conta do Myspace.


WEGWISIR - Para encerrar, alguma declaração ou algo que não lhe foi perguntado mas que é importante que os leitores ou ouvintes saibam?
WELTENFEIND - Apóiem o Martelo do Black Metal Nacional Socialista!
www.thepaganfront.com

Apóiem Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis


Pelo Sangue, pelo Solo e pelos Deuses!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Obrigado novamente pela oportunidade.


SAL UND SIG!

Interview with Disiplin

Now I'll post english version too.
Apartir de agora postarei a versão em inglês também.


WEGWISIR - At first, thank you for this opportunity.
WELTENFEIND - No problem, I am happy to do it!


WEGWISIR - Could you talk a litle about Disiplin? Like influences or another stuff...
WELTENFEIND - Well, Disiplin was formed the summer of 2000, after I had been on tour with Myrkskog. I left Myrkskog shortly after that tour, and started my own band, as I wanted total control over it. The style and idea behind the band then, was that it should be a Black Metal band.


WEGWISIR - The band (Disiplin) are always "mutating" since the first demo, we can see. But the new album is in a diferent line from your others works, that reminds so mutch your side-project "Weltenfeind". Why is this change?
WELTENFEIND - Musically and lyrically it stayed pretty consistent for the demo, and first and second full-length. Lyrically and visually I just wanted it to be Black Metal, and I wanted people to experience something genuine. That is I researched what I wrote about. Musically I am extremely proud of the albums, but lyrically and visually I find them childish and immature.
The new album is musically a natural progression of what Disiplin has evolved into. A reflection of me as a composer.
Lyrically and visually the band has evolved into NSBM. I awoke from slumber after I became a father, and this is reflected in Disiplin.
Disiplin has now Meaning and a Purpose. Not just entertainment.


WEGWISIR - Considerated by the fans as "NSBM", Disiplin follows diferent themes than we normally find. No clearly "political talking", nor shows any "racial paganism" like the most of other bands. This is due to some esoteric line or only about run away from the common "modismus" in a world of lies and illusions?
WELTENFEIND - Yes, I do not follow any formula, and create my own brand of NSBM. I do not set out to be different, but it just turns out that way. I think genuine artists will always "stick out" from the rest, as they have something original to offer.


WEGWISIR - The Disiplin music apparently follows an esoteric line that reminds the III Reich's Mystics, but cearly directed to the end of the times. Proceed? What can one speak in these times. About Kali Yuga.
WELTENFEIND - Well we are in the Dark Ages, in Kali Yuga - in Ragnarok. These are the end-times. It will only get worse. After the collapse of the Modern World, a new and brighter one will arise!


WEGWISIR - Some of the last works of Dissection apparently shows the same direction that Disiplin follows, like Maha Kali, for example. If the band didn't split-up, would the band (Dissection) followed on this way?
WELTENFEIND - Dissection was purely satanic. It has nothing to do with what Disiplin has been about the last five years. Dissection was musically brilliant!


WEGWISIR - In the full-lenght "anti-life" 2 songs sounds weird for us. "Orthodox Devil Worship" and "Chaos Triumphator". With parts of african perverted rites, that was sung in portuguese. These rites are commonly called "macumba" in the most part of Brazil like where live many niggers. And another song called "Quimbanda", that also came from the african culture. Why is this "interest"?
WELTENFEIND - Yes, I incorporated all sorts of idiotic and childish satanic nonsense. It was supposed to be black metal and all that shit seemed appropriate. But fuck that!


WEGWISIR - What can one speak about the NS movement in Europa and in "world"? And about the NSBM?
WELTENFEIND - I wish the NS movement could be able to create real change, but I fear our time has passed. I think our main objective now is to remain uncorrupted by the forces of Kali Yuga. Take care of friends, comrades, family and the ones you love. Protect, isolate and insulate. NSBM is art and propaganda intended to inspire, awaken, and give fuel to those few who still have not been corrupted by the Modern World.


WEGWISIR - Actually "in der ganze Welt" we can see a modist Viking Metal's scene with bands that doesn't follow any "decent movement" and totaly out of mind and stupid fans interested only in fantasy and fairy tales, mostly. And most of these bands are interested only on fairy tales also, without concern on racialism, politcs or even spiritual meanings. What can one speak about this?
WELTENFEIND - Well, this is just entertainment for them. These are all drugs, that keep their mind of the real problems that face our lives. Some of them might create ok music, but that is it.


WEGWISIR - Back to the esoteric topic. How is the "current situation" on Norway and in rest of Europe?
WELTENFEIND - Where I live is ok, but it is going downhill. The disease is spreading. I moved back to my childhood "city" many years ago, and I am happy I did. I do not want my kids to grow up in a multi-cultural hell.


WEGWISIR - In Brazil and in the rest of South America one can see a big serious racial problem, and bizarre situations like "non-bloodlined" people painted theirselves like american football players at the same time that they're using celtic kilts and talking stupid things that has nothing to do with any european culture. Here in South America one can see esoteric and racialist movements, but also stupid "made vikings" and "raceless" neonazis and also "eXoteric autopromoted" people in some movements. What could you speak about these "non-blodlined" people that wanna be divine when they have no free or divine spirit? People that search always for selfpromotion or egoist stuff and feelings.
WELTENFEIND - Yes, people are like that. Every movement attracts people of this kind. But there can be use for such people I am sure. Suicide bombers perhaps.


WEGWISIR - I saw new Disiplin's works is to be announced. When will be released? What can we expect of this craft?
WELTENFEIND - Well there is a surprise coming this year, which I will not speak much about now. After that "ME NE FREGO!" and the split with Pantheon (US). You can expect Cold, Harsh and Meditative NSBM. Something like HHG, but evolved even further. Clips from "ME NE FREGO!" are online at my myspace account.


WEGWISIR - To finish. Do you have any declaration or comment that i haven't asked but do you consider important to the readers or listeners?
WELTENFEIND - Support the Hammer of National Socialist Black Metal!
www.thepaganfront.com
Link
Support Disiplin!
www.wolf-axis.com www.myspace.com/wolfaxis

For Blood, Soil and the Gods!
WELTENFEIND
DISIPLIN


WEGWISIR - Thank you again for this oppotunity.


SAL UND SIG!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Como ocorre a Assimilação Cultural?

A maioria dos Descendentes de Alemães hoje são castrados. Não só por causa do idioma cada vez menos falado, mas porque a maioria não age mais como um verdadeiro germano - seja na Alemanha ou qualquer outro país germânico ou região colonizada por descendentes de alemães. Na Austrália as colônias foram foram "inglaterrizadas". Nos EUA, foram todos assimilados pelo forte sentimento de patriotismo forçado e mentiroso. No Brasil, foram diminuídos e "cortados" pelo governo, depois, "incentivados" a não falarem mais alemão - sob pena de apanharem, beberem óleo, serem humilhados, além do emprego que já haviam perdido por serem alemães - e a não manterem seus costumes. Depois dessa mudança toda, ter orgulho de ter sangue germânico passou a ser racismo.

Atualmente, tentam acabar de vez com o sangue germânico por meio da mistura racial. A midia nos impõe hoje propagandas a favor da miscigenação, e mostra que qualquer casal que queira manter seu sangue é racista. Sim, a mesma mídia que faz propaganda de paz, mas que contribui com a continuação das infinitas guerras que acontecem pelo mundo - principalmente no Oriente Médio - faz propaganda contra o "racismo". Será que a mídia tem duas caras ou somente uma cara ruim?

Não me refiro à miscigenação pelo lado racial. Mas pelo lado cultural. A mistura cultural é a melhor forma de se apagar uma cultura, e depois, um povo. Precisam de um exemplo bom?
Nós comemos carne bovina, então talvez não sejamos dignos de ter uma companheira indiana, pois indianos não comem carne bovina. Os judeus sacrificam ritualmente os animais, talvez não sejam dignos de se juntarem com gentios que não apoiam isso. Um praticante da Mão Esquerda do Yoga é altamente necessitado de atividade sexual, alguns cristãos só fazem para procriação, um não pode ser digno do outro em suas mentalidades. Do mesmo modo que nós, "comedores de carne", podemos não considerar digna uma indiana pelo simples fato posso acharmos nojento que eles tenham que "religiosamente" tomar banho naquele rio imundo na Índia onde se depositam cadáveres. Um judeu pode nos achar nojentos por sermos um apreciadores de carne suína.

Mas o que acontece se juntarem indianos com indianas, judeus com judias, alemãos com alemãs, árabes com árabes e outros casos onde não se faz necessária uma mistura de culturas? O entendimento é mútuo, puro e evita qualquer tipo de distorção cultural que possa surgir. E não adianta vir com a desculpa de "se tiver respeito tudo anda bem". Vamos usar um exemplo fácil:
Suponhamos que um ateu se case com uma cristã. A mãe passa a vida inteira ensinando seu filho sobre Deus, o pai passa a vida rindo e dizendo que é uma mentira. Ou então a mãe passa a vida inteira ensinando seu filho sobre Deus, e o pai ignora a situação e deixa rolar. Ou então a mãe simplesmente não ensina nada sobre Deus ao seu filho pra não criar conflito com o pai. Nos primeiro caso, a criança ficaria confusa. Nos outros 2, ela não aprenderia uma das partes da "cultura".

Outro exemplo.
Uma alemã que vivia no interior se casa com um homem qualquer que vive em uma grande cidade. A mulher, acostumada com uma vida simples, com belos jardins, casa bem cuidada, que não conhece egoísmos e modismos comuns - como os de uma pessoa que ser melhor do que a outra por causa de bens ou posses. O marido, vivia na conturbada cidade grande, em um pequeno apartamento e com um carrão que usa pra se passar de gatão - mesmo que esteja financiado até as calotas. Obviamente o homem não vai querer abandonar tudo para ir para o interior, e a mulher do interior normalmente aceitaria a mudança. Mesmo que ela o convença a comprar uma casa no lugar do apartamento, as prioridades continuarão sendo outras. O dinheiro que seria usado para o conforto próprio será então usado em luxos e aparências - ao menos boa parte desse dinheiro. O que acontecerá com o costume de "ter um belo jardim" se os filhos do casal praticamente não verão isso? E se ocorresse o contrário. Seria totalmente certo os filhos abdicarem de toda a facilidade que teriam na cidade grande? Tudo depende de que lado se olha.

Que tal um gaúcho casado com uma baiana?
A mãe deixaria de ouvir axé? O pai deixaria de ouvir música gaúcha? Os filhos ouviriam qual delas? As duas? Usariam bombacha ou dançariam quase pelados no carnaval? Ou misturariam os 2 tipos de vestes e costumes? Que tal um vinho com acarajé?

Notem que nos casos acima, não foram citados casos raciais, mas sim costumes ou tradições cotidianas simples. Mesmo assim, alguma perda ocorreu para algum dos lados, ao para ambos. Imaginem então casos, com a inclusão de "raças", "etnias" ou "linhagens" diferentes.

Mas isso não contece sempre de um modo tão gritante. As vezes mudam somente pequenos detalhes que servem como desculpa para mudar outros detalhes. E que no futuro serve para mudar grandes detalhes. E de forma com que ninguém nota, pois é suave. Tão suave quanto "cozinhar um sapo" - jogue o sapo na água quente que ele pula fora por reflexo, jogue na água fria e esquente aos poucos que ele morre sem saber o porquê.

Outro exemplo prático? OK.
Uma família alemã vive em uma comunidade onde quase não existem alemães e que não se conhece quase nada sobre a cultura alemã. Então as demais crianças caçoam do jovem alemãozinho e o chamam de "comedor de salsicha". Envergonhado, o menino não come mais salsichas na frente dos amigos. É lógico que ele não deixou de ser alemão por isso. Mais tarde, ele e sua irmã, juntamente com seus pais, deixam de conversar em alemão por costume de só falar o idioma local. Lógico que não deixaram de serem alemães por isso. Por falta de associações culturais alemãs, a família toda não participa de eventos do tipo, e obviamente se ocupa em eventos locais, com outra cultura. Não deixaram de serem alemães também. Essas crianças crescerão e casarão. Provavelmente, com habitantes locais, não-alemães. Sem o costume de falar alemão, de ir em clubes culturais alemães, sem o costume da gastronomia alemã e sem a convivência com outros alemães, qual a probabilidade dos filhos desses casais serem alemães?

Viram como detalhes pequenos mudaram o rumo da história? A família citada não deixou de ser alemã, mas seus descendentes deixaram. Largar pequenos costumes para se adequar a costumes diferentes pode criar exemplos falsamente positivos, que mais tarde serão usados como desculpa para largar outros. No fim, alemão será só um termo pejorativo para pessoas loiras, ou de pele rosa, ou que ficam vermelhos com o calor, ou até mesmo para pessoas simplesmente brancas - ou turcas, se citarmos o que a Alemanha está se tornando com a assimilação cultural.

O termo "mudar um detalhe pequeno" pode facilmente passar para "mudar para algo que talvez não cause tanto impacto". O "talvez" já passou a ser aceito - mesmo como perigo de "causar grande impacto". O próximo termo poderia ser perfeitamente "não tem problema em mudar esse detalhe, vai causar pouco impacto" - ou seja, VAI CAUSAR IMPACTO. E o próximo termo?

Sem contar que todos esses termos, detalhes e impactos estão ligados à mistura cultural. O maior exemplo disso foi o cristianismo. Quando chegaram à Europa, guerrearam, saquearam e mataram até que as igrejas foram construídas e os povos obrigados a se converterem. Mas como conseguiram isso de forma tão rápida em algumas localidades mais "calmas"? Simples. Transformaram os pequenos detalhes. Utilizaram datas festivas e criaram novos motivos para tais festas. O dia do Solstício de Inverno passou a comemorar o Natal, o nascimento de Jesus. Na Ostara, passou-se a comemorar a páscoa, ou seja, uma festa de "fertilidade" passou a comemorar a morte e a ressureição de um estrangeiro. E a festa pagã considerada a mais promíscua pela Igreja, que se chamava "Walpurgisnacht" passou a comemorar a data de "Santa Valburga" - nem se preocuparam com a festa em si, desde que louvasse algum cristão, santo ou uma passagem qualquer da bíblia, pois a assimilação daria vantagens aos forasteiros cristãos. E o que são as Igrejas Cristãs Hoje? Devido ao costume de "mudar pequenos detalhes" perdeu sua força e além de manter antigos costumes pagãos que não conseguiram mudar, estão assimilando novos. Hoje cansamos de ver os cristãos acreditando em Yoga, Feng shui, budismo, tarô, búzios, macumbas, mandingas e muitas outras coisas que não são cristãs, mas que vieram junto com assimilação cultural.

Independente de quem concorda ou não concorda com o cristianismo. Gosta ou não gosta dos costumes simples de colonos ou de algum tipo de música "qualquer". Independente da etnia. Os fatos citados realmente ocorrem e não tem como esconder. Por mais que a mídia o tente. Basta olhar ao nosso redor e observar. Ou até mesmo na nossa família.

Basicamente todas as culturas são dignas. Algumas, só são quando observadas pelo próprio povo. Algumas, parcialmente. Nesses casos em que existam o mínimo de controvérsias, não há como se manter firme e sem mudar nada nos casos de misturas. E essas mudanças podem acarretar no fim de uma cultura. Creio que todas as culturas devem se manter. Mas para isso, devem se manter separadas e fortes.

Há quem diga, ainda, que somos hipócritas, afinal, a própria Europa é uma mistura de povos que lá viviam. Bingo! Os povos que lá viviam, eram basicamente os mesmos povos, tinham basicamente os mesmos costumes e cultuavam os mesmos deuses. Ou seja, eram o mesmo povo, mas que falavam idiomas ou dialetos diferentes, ou davam nomes diferentes às coisas. Por isso a mesma Cruz Celta pode ser encontrada na Alemanha. Por isso existiam "tipos gaitas de fole" na Escócia, em Portugal, na Alemanha e na Polônia - e datadas de épocas próximas. Por isso Wotan na Alemanha é o mesmo Odin na Noruega. Por isso temos histórias parecidas como a de Sigurd na Escandinávia e Siegfried na Alemanha. E por isso também temos (ou tínhamos) o Beltane na Inglaterra e o Walpurgisnacht na Alemanha em épocas parecidas. Mas eu pergunto: Se tudo isso for uma mentira, por que é que não temos um mito africano que se compare com um mito europeu? Por que é que em Roma, na Grécia e em toda a Europa, a mais de 1000 anos já haviam construções avançadas que hoje em dia não vemos em alguns locais do Oriente Médio e África? Por que é que os únicos países aborígenes que se desenvolveram foram os que tiveram influência européia (colonização). Vejam que até mesmo a região em que "fica" Israel só se tornou "desenvolvida" depois que os judeus "voltaram do tal do êxodo" na Europa, antes disso, suas casas eram em buracos, em cavernas ou até mesmo em pedras como a de qualquer povo semita que se manteve isolado.

Hoje, falar disso é considerado racismo. A mídia considera racismo. As pessoas, ensinadas por professores que foram encorajados para isso, consideram racismo. Talvez até mesmo os leitores considerem racismo. Ou em casos mais brandos, preconceito. Mas preconceito verdadeiro, é uma pessoa não poder expor e se orgulhar de sua cultura e de seus costumes. Preconceito é a pessoa não poder dizer claramente que quer manter seu sangue como é. Preconceito é uma pessoa ser taxada sumariamente de racista simplesmente por ter orgulho do que é. Preconceito é sermos "atacados" por povos invejosos e por pessoas "sem povo" e sem orgulho.

E agora? Aceitaremos o falso rótulo que nos é dado, como o de preconceituosos ou lutaremos contra os preconceituosos que nos atacam?

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Gewiss der ewigen Wiederkehr

Hoje, o blog WEGWISIR "comemora seu primeiro ano", ativo e sem derrubadas. Bom, mas não exatamente de modo oficial. O primeiro post no blog foi oficialmente feito no dia 19 de maio de 2009. Porém consideraremos o dia 24 de maio, uma vez que foi a data em que o blog foi "oficialmente apresentado", coincidindo que a data caiu no dia semanal do Sol. Seguindo as tradições germânicas, devido a ausência de um calendário exato, não "comemoraremos" em nenhum dia exato, seja do mês ou da semana, o "aniversário" disso aqui. Mas sim que sua "criação" seja lembrada por essa mórbida época em que nos preparamos para a chegada da frio, para a morte do Sol e por momentos melancólicos - que para muitos, se torna a melhor época do ano, seja para aprender, para refletir, ou simplesmente para esquecer das ilusões - e o que seria o tempo, senão uma das nossas maiores limitações e ilusões?

Gostaria de agradecer a todos que seguiram, que apoiaram, que enviaram material, que divulgaram ou que ajudaram das mais diversas formas. Gostaria de agradecer até mesmo os que repudiaram, que xingaram, que falaram mal e até mesmo os que ao longo desse período ameaçaram ou difamaram. É demostrando conhecimento, discutindo ou até mesmo "jogando merda no ventilador" que descobrimos verdadeiros aliados, verdadeiros inimigos e também os simplesmente idiotas.

Diferente do habitual, não postarei nada meu, muito menos um texto grande. Preferi utilizar um texto escrito por Hendrik Möbus no ano 2000. Möbus é líder da banda Absurd e membro influente da cena NSBM. O texto pode ser considerado antigo, mas compete bastante ao que que ocorre aqui e em diversas partes do mundo - o que o torna extremamente atual.

Essa situação, assim como a que passamos aqui no Sul e em todo o Brasil, não só mostra que a democracia em que vivemos é totalmente falsa e ilusória, como nos faz de completos idiotas. Essa democracia que nos impede de ter uma simples "conversa pública" que trate de assuntos que se voltam contra o sistema democrático vigente jamais poderá ser chamada de "democracia", no sentido original da palavra.

Sem mais delongas, segue abaixo o texto.


CARTA AOS NACIONALISTAS GERMÂNICOS

Senhoras e senhores honrados, caros camaradas:

Estou certo que meu nome é de vosso conhecmento. Também estou certo de que esse conhecimento vem em sua maior parte da mídia do sistema - e o que se tem mostrado ali não torna particularmente fácil para que eu apareça com um ar simpático.

Mesmo que possamos compreender a manipulação da mídia, continuamos sendo influenciados por ela. Provavelmente todos somos vítimas da propaganda feita pelo sistema. Não me surpreenderia que honrados nacionalistas não queiram nada comigo - um "satanista assassino", um " nazista satanista" ou um "cria de Satã".

Eu não quero repetir as coisas que a mídia espalha sobre a minha pessoa, mas essas mentiras desempenham um papel fundamental na campanha do sistema. Qualquer um que duvidar da minha integridade ideológica pode conferir com o Dr Pierce da "National Alliance" sobre a minha visão do mundo.

Eu gostaria de deixar claro o porquê do interesse da resistencia nacional em assumir o meu caso: Porque vai contra as intenções do sistema e beneficia todos os alemães fiéis à sua Pátria Mãe.

Eu não deixei a República Federal da Alemanha para escapar da minha "punição justa". Tive que escapar de uma busca inquisitória feita pela polícia e pelos tribunais, depois que descobri que queriam fazer de mim um exemplo. Todas as minhas "ofenças" desde 1998 (quando eu havia escapado da prisão juvenil) tinham natureza política. Esses "crimes políticos" não machucavam ninguém, assim como não haviam destruido nada. Fiquei, no entanto, sendo tratado como uma "perigosa ameaçca de extrema direita".

Isso não é um destino nada incomum para os dissidentes na Alemanha nos dias de hoje. De qualquer forma, diferente dos demais prisioneiros políticos na República Federal da Alemanha, tenho a possibilidade de pedir asilo político nos Estados Unidos da América.

De fato, nenhuma das autoridades da RFA e dos EUA estão contentes com meu pedido de asilo. Eles estão nervosos (e com razão), pois meu pedido de asilo levanta muitas questões que eles não querem que sejam levantadas. Por exemplo: Por que a RFA criminaliza coisas que são completamente legais nesse "modelo de democracia" - os EUA?

A parte mais explícita dessa e de outras questões serão discutidas na RFA e nos EUA, as autoridades afirmarão que existe um estado de emergência. Então eles tentarão abafar meu caso, distorcer e encobrir os fatos.

De qualquer modo, vocês poderão evitar isso. Peço com urgência que não deixem escapar essa oportunidade. Se a resistência nacional alemã não utilizar meu caso para esses propósitos, o sistema irá abusar do meu caso para agredir todos os Nacionalistas Germânicos.

Não estou usando esse pedido para que eu me torne o centro das atenções. Não quero fazer parte das suas organizações. Mas sei o quanto é séria e dramática a nossa situação na Alemanha. Essa situação requer um encerramento incomum e decisivo. Meu caso provê uma oportunidade para tal. Quem sabe, um tribunal dos EUA me conceda asilo. Isso seria uma impressionante demonstração do que todos nós sabemos a tempo: A RFA não é uma democracia, mas sim um estado criminoso.

Com cumprimentos patrióticos,
Hendrik Möbus
Batavia, New York
09 de Setembro de 2000

A matéria original pode ser vista no link: NSBM.org

Para quem tiver interesse, o primeiro post oficial do blog foi a explicação do próprio nome, a runa WEGWISIR.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Livre Arbítrio

O livre arbítrio é uma coisa muito interessante, sendo que o mais interessante disso, é que não tem como ligá-lo a nenhuma religião "enraizada na terrinha prometida" sem que se façam necessárias desculpas idiotas e sem sentido. Por mais que ele seja citado como "liberdade", seja em livros religiosos ou de "ordens secretas/discretas", fica preso a inúmeros paradoxos. Seriam todas as pessoas "adeptas", seguidoras, usuárias ou qualquer porcaria que seja, do livre arbítrio?

Segundo o pensamento judaico-cristão, Deus criou o homem para ser livre, segundo o mesmo pensamento, Ele puniu o homem por ter desobedecido uma ordem, após obedecer um pedido de uma "cobra falante". Com isso surgiu a desculpa da criação do pecado. Segundo o pensamento judaico-cristão, o pecado surgiu para testar o homem, mas segundo o mesmo pensamento Deus é onipotente e onisciente, sabendo até mesmo o destino dos homens. Mas se Deus realmente conhecesse o destino dos homens, não haveria motivo algum para a existência de um teste, ou seja, do pecado. Além disso, sempre houve o "rumor" da vinda de um Messias, que salvaria o povo. Mas salvaria do quê? Afinal, se Deus fosse onipotente, ele mesmo poderia salvar o povo. Ok, dividindo agora a crença e falando do Cristianismo, Deus teria enviado seu único filho, Jesus Cristo, que ao mesmo tempo seria parte d’Ele, digo, da Trindade. Jesus então seria o tal do Messias, o cara que salvaria toda a humanidade. Salvou mesmo? Ah, Ele "criou" a redenção, não é mesmo? Mas então o destino deixou de existir? Deus deixou de ser onisciente e onipotente?
Deus quer prevenir o mal e não consegue?
Então ele não é onipotente.
Consegue mas não quer?
Então ele é malevolente.
Ele quer e ele consegue?
Então porque o mal acontece?
Ele não quer e não consegue?
Então porque chamá-lo de Deus?
Esta é uma citação muito famosa de Epicuro, e muito interessante para se analisar o paradoxo judaico-cristão. Se Deus realmente for onisciente e onipotente, os homens não são livres, indo ainda mais a fundo, ele conhece o destino dos homens, quase todos – senão todos – pecadores, mas coloca então a possibilidade de rezas, confissões, arrependimentos e sacrifícios para homens que já tem seu destino traçado, escrito e assegurado pela onipotência e onisciência divina. De modo simples, todo homem, sem ter conhecimento, tem seu destino traçado e diversos pecados para o testar, podendo se arrepender ou "qualquer porcaria do tipo", mas que no final das contas vai queimar no inferno - coisa que Deus já sabia premeditadamente devido à sua "onipotência e onisciência". Deus então é o cara mais cruel e perverso que já existiu. Depois de tudo isso, como podem os cristãos acharem que são livres, acreditarem em qualquer coisa parecida com o livre arbítrio, ou ainda ouvir de beatas, coroinhas, "papa defuntos", padres, pastores ou coisas do tipo "que Deus criou o homem para ser livre" e achar que é verdade?

Mas não precisamos nos prender só nas crenças originárias da terrinha prometida. Muitos "pagãozinhos" hoje em dia - como já foi falado em diversos outros posts - fazem a mesma coisa. Além de não saberem nada sobre o livre arbítrio, não sabem nada sobre os deuses, ou mais precisamente, sobre o significado dos mesmos. O que antigamente tinha um significado, hoje é usado de forma pervertida para agregar novos valores à população.

Podemos citar que no princípio os deuses germânicos tinham a "missão" de explicar o que a ciência da época não provava, de modo parecido como acontece hoje. Mas diferente de hoje, não era "economicamente rentável", e nesse caso, não existiam missões para converter os demais povos, muito menos sacerdotes. Com isso, o povo também não vivia a mercê desses deuses, muito menos viviam para os mesmos ou com medo. O que regia as pessoas nada mais era que o livre arbítrio.

Mas não podemos considerar o livre arbítrio como algo "anarquista" ou "faça o que quiser sem consequências". As pessoas viviam de acordo com as leis da sociedade, que por sua vez ia de acordo com as leis naturais. Por não haver pensamentos derrotistas, monetariamente egoístas ou submissões com base sacerdotal, as pessoas seguiam um senso comum por si próprias, mas sempre agindo de acordo com a evolução da sociedade em que viviam. Pode-se então perceber que pessoas que não sofrem influência de lideranças religiosas não agregam pensamentos derrotistas de medo, submissão ou misericórdia para com os fisicamente ou moralmente incapacitados e derrotados; do mesmo modo com que não demonstravam egoísmo e inveja os que não sofriam influências de captação sumária e "obrigatória" de recursos. E a prova disso se dá com 2 perguntas: por que os rituais eram celebrados por membros da família? Por que os povos germânicos invadiam terras hostis e nem sempre as colonizavam?

A primeira pergunta fica fácil de responder. Simplesmente não haviam classes sacerdotais. Cada família realizava seus próprios rituais, assim como cada grupo de combatentes, de mercantes, de migrantes ou demais grupos que precisassem realizar um ritual qualquer, seja ele em oferenda a um deus, agradecimento, ou uma simples apresentação de um filho à sociedade.

A segunda fica com uma analogia um pouco mais complicada. Normalmente os povos desbravavam novas terras, mas não as conquistavam, a não ser que a expansão ou migração se fizesse necessária. Normalmente diriam que isso é uma mentira, e citariam como exemplo os saxões dizimando os celtas onde hoje se conhece como Inglaterra. Mas e os que vieram para a América séculos antes dela ser "descoberta"? Seriam eles tão "racistas" que não queriam viver em uma terra cheia de índios? Então por que existem tantas evidências de ruínas de construções que seguiam os mesmos padrões que se encontram na Europa?

Ao contrário dos povos que foram "instruídos" por certos grupos mercantes – normalmente vindos do Oriente Médio – os povos germânicos não buscavam uma forma de "dominar o mundo", ou de converter os demais povos, muito menos de incitar o medo da fúria divina.

Mesmo tendo seus deuses, seus rituais e sua cosmovisão muitas vezes diferenciada, os povos germânicos viviam pela e para a sua própria sociedade, mas de modo livre e independente. A vontade de se mostrar forte e não precisar de ajuda divina era o que mantinha o sentimento de orgulho dos povos germânicos. Mesmo não tendo ligação direta com isso, uma analogia muito interessante se vê no filme "Conan, o Bárbaro", no momento em que Conan reza pra Crom pedindo ajuda, mas deixando claro que seu deus deveria "se ferrar" caso não o ajudasse.

Pode parecer repetitivo. Mas já notaram que a decadência dos povos germânicos – para não usar o termo "pagão" – se deu quando os mesmos passaram a querer conquistar mais terras e mais riquezas? Com isso começaram a ocorrer muitas assimilações culturais, que normalmente acompanhavam muitas conversões para o Cristianismo – para que assim pudessem se casar com as filhas dos reis derrotados e apossarem-se "legalmente" das terras. Desse modo, o livre arbítrio ia desaparecendo rapidamente. Isso pode significar que o "paganismo" – tão citado por pessoas culturalmente influenciadas pelos povos vindos do Oriente Médio – só se mantém vivo quando se mantém afastado das classes sacerdotais monetariamente obcecadas. Ou seja, o livre arbítrio deixa de existir perante a ganância e a submissão religiosa.

O mesmo Epicuro – que tanto falava da paradoxal crença e submissão divina – percebia que as pessoas facilmente se afastavam da verdadeira função da religião e dos deuses. Ele já citava que os deuses não interferiam diretamente na vida das pessoas, talvez até por não terem motivo pra algo tão mesquinho. Para ele, os deuses deveriam ser vistos como exemplos para os homens de uma sociedade homogênea, pois conviviam em perfeita harmonia, independente de suas diferenças – uma vez que os deuses teriam como objetivo manterem-se eternizados e vistos como modelos. Para ele, dores e sofrimentos físicos poderiam ser combatidos sem a intervenção divina, assim como as mazelas da sociedade. Epicuro também citava que as únicas dores incuráveis eram as dores que perturbavam a alma.

Pessoalmente, acredito que o problema se encontra justamente no conceito de alma. A alma por si só não passa de uma prisão, e quando a mesma se encontra doentia, o homem se torna ainda mais preso e dependente de crenças que tiram de vez a sua liberdade – ou que ferem a liberdade alheia.

Mas cultuar divindades regionalistas ou específicas não são de todo ruim, pois isso gera um certo sentimento de orgulho. Desde que esse orgulho não seja extremista e burro, serve para unir pessoas que possuem as mesmas características em um objetivo comum de sobrevivência e manutenção cultural e racial. Mas isso não é tão simples, uma vez que o orgulho burro surge facilmente quando um grupo qualquer resolve difundir a cultura para o meio externo de forma doutrinadora, onde normalmente surgem "sacerdotes" – e funciona mais ou menos como um modo de converter os demais. Grupos assim normalmente acham que estão agindo certo, mas acabam "impondo o livre arbítrio" para as pessoas – o que desclassifica claramente o ato.

Conforme as crenças germânicas, após a morte, as pessoas podiam viver eternamente nos salões de Walhalla quando puras e merecedoras, ou poderiam renascer para outra nova chance. Com isso, as pessoas normalmente mergulhavam nos seus objetivos sem medo e sem a necessidade de "muletas culturais". Pode-se entender, até mesmo em tempos modernos, que uma pessoa não deve temer a morte, uma vez que após a morte ela apenas passa a "viver em outro contexto". Então, do mesmo modo que nossos antepassados, podemos viver livres e em prol de uma sociedade homogênea – mas sem a necessidade de uma segregação física ou dominação alheia de nenhuma natureza.

Se podemos viver de forma plena e livre, por que alguns sentem a necessidade de recorrer a um "suposto ser" que se diz – ou que dizem – ser onisciente e onipotente? Aliás, segundo escrituras, mandamentos ou leis de livros sagrados de diversas religiões que seguem o deus do Oriente Médio, eu não teria nem mesmo como estar escrevendo um texto como esse. Ou pior, para alguns, talvez eu estivesse sendo influenciado por algum ser "maligno" – mas como eu realmente NÃO acredito em cobras falantes...

A frase "aqui se faz, aqui se paga" é a prova de que o livre arbítrio vive no espírito das pessoas de forma inconsciente – e ofuscado pela ingenuidade. O engraçado é que essa frase normalmente é dita pelas mesmas pessoas que dizem "se morreu foi porque Deus quis". Falando em povo germânico, podemos citar como exemplo Childerico, o rei dos Francos e descendente de Merovigian. Childerico com suas conquistas acabou abusando do poder que tinha como rei, e acabou sendo deposto pelo próprio povo sem a necessidade do uso de armas – mesmo sem a existência de uma democracia. Depois de tal acontecimento, Childerico sabendo do que fez – e pagando por seu ato – foi parar na Thuringia. Mas mesmo com seu histórico de abusos, Childerico era peça vital para os Francos, que decidiram "perdoar" seus erros em prol da própria sobrevivência. Childerico então voltou, trazendo aliados e vitórias, e se redimindo pelos erros do passado. Isso prova que a pessoa paga em vida pelas coisas que faz; mas também prova que todos os povos, mesmo livres, precisam de um líder para os guiar - e que esse líder serve para unificar o pensamento das pessoas numa só direção, e não simplesmente para "mandar".

Uma pessoa livre não precisa fazer de tudo, mas sim o necessário.

Agora eu pergunto: Se a Alemanha tivesse ganhado a II Guerra, ela teria dominado o mundo ou somente derrotado os que tentam dominá-lo? A resposta se encontra nos dias atuais...


domingo, 6 de dezembro de 2009

A mulher

[...]

Na mulher tudo é enigma e tudo tem uma solução: chama-se gravidez.

O homem é para a mulher um meio; o fim é sempre o filho. Que é, porém, a mulher para o homem?

O verdadeiro homem quer duas coisas: o perigo e o divertimento. Por isso quer a mulher, que é o brinquedo mais perigoso.

O homem deve ser educado para a guerra, e a mulher para prazer do guerreiro. Tudo o mais é loucura.

O guerreiro não gosta de frutos doces demais. Por isso a mulher lhe agrada: até a mulher mais doce é ainda amarga.

A mulher compreende melhor do que o homem as crianças: mas o homem é mais infantil que a mulher.

Em todo verdadeiro homem se oculta uma criança: uma criança que quer brincar.

Seja a mulher um brinquedo puro e fino como o diamante, iluminado pelas virtudes de um mundo que ainda não existe.

Cintile no vosso amor o brilho de uma estrela! Que a vossa esperança seja: "Possa eu dar à luz o Übermensch (Super-homem)!"

Que haja valentia no vosso amor! Com vosso amor deveis afrontar o que vos inspire medo.

Que vossa honra esteja no vosso amor! Geralmente a mulher pouco entende de honra. Seja, porém, honra vossa amar sempre mais do que fordes amadas e nunca serdes a segunda.

Que o homem tema a mulher quando ela ama: suporta todo sacrifício e qualquer outra coisa é sem valor.

Que o homem tema quando ela odeia: porque, no fundo, o homem é simplesmente mau; mas a mulher é perversa.

Que odeia mais a mulher? O ferro falava assim ao ímã: "Odeio-te mais do que tudo porque atrais sem ser forte o bastante para sujeitar."

A felicidade do homem é: eu quero; a felicidade da mulher é: ele quer.

"Vede! Já nada falta no mundo!", assim pensa a mulher quando obedece de todo o coração.

E é preciso que a mulher obedeça e que encontre uma profundidade para sua superfície. A alma da mulher é superfície: móvel e tumultuosa película de águas superfíciais.

A alma do homem, porém, é profunda, a sua corrente brame em grutas subterrâneas; a mulher pressente a sua força mas não a compreende. (...)



Fonte: A velha e a nova - Nietzsche
Agradecimentos ao kamarada Siegfried, que nos enviou o texto.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Neo Paganismo e assimilação forçada

Com a ascensão do black metal no início dos anos 90 começaram a surgir bandas nacional socialistas pela Europa - as vezes paralelas ao black metal tradicional, mas muitas vezes juntas. Essas bandas, devido ao forte sentimento nacionalista, começaram a se interessar pela cultura ancestral - que a igreja católica passou a chamar de paganismo nos tempos do seu fortalecimento. Com isso, movimentos de estudos ancestrais ressurgiram publicamente - que haviam quase que cessado na Segunda Guerra com a criminalização da Ahnenerbe e "alta obsevação" da Sociedade de Thule - e isso resultou numa grande difusão da cultura nórdica pela Europa e alguns países ou regiões descendentes de europeus que mantinham algum contato com o velho continente, e esse sentimento também tomou conta de gregos e eslavos. Muitas bandas puramente nacionalistas ou NS que antes escreviam sobre satanismo como uma afronta à estagnada sociedade cristã, passaram a propagar a cultura ancestral, e outras bandas já nasceram com essa ideia. O movimento passou a ganhar força mesmo na virada do século, onde tudo começou a ser divulgado em massa com a popularização da internet e aumento de serviços favoráveis a isso.

Até aí, nada demais, porém, com a massificação da informação e facilidade de acesso, começaram a surgir bobalhões que passaram a usar isso pra se promover, assim como bandas comerciais. E com bandas comerciais, ou "famosinhas", apareceram muitos fãs que querem por tudo "se tornar vikings". Bom, se a pessoa tem alguma raiz, ou descende de alguém que tenha, tudo bem - mas e os que fazem isso por acharem "bonito"? Essas pessoas acabam indo contra o próprio movimento, que prega, principalmente, o orgulho das raizes ancestrais - resumindo: a raça.

Mas vamos então analizar primeiro os que tem alguma descendência - por mais longíncua que seja; que tenha pelo menos um sobrenome e traços físicos de algum povo descendente da cultura que pregam. Fico me perguntando se esses "interessados no assunto" fazem algo para a manutenção da cultura. Lembrando que pra reviver isso, não precisa andar (ou correr freneticamente) pelado e bêbado e achando que é um Ulfhethnar. Mas ter orgulho da sua origem, da sua família, do seu sobrenome. Ter orgulho do que é e lutar contra a sociedade assimilada e conformista. O simples ato de estudar de verdade sobre o assunto já é muito melhor que se pintar com guache e colocar uma "saia" e se achar o celta - hahahahahha. Aprender a cozinhar receitas nórdicas, seja de comida ou bebida também garante mais conhecimento do que acampar com barraquinha em um mato perto de casa. Isso também não significa que tudo tem que ser feito no braço, ninguém precisa caçar sua própria comida sempre ou pegar sozinho o mel pra fermentar o hidromel (prefiro chamá-lo de Met) - afinal, além de guerreiros, esses povos eram ótimos comerciantes (se bem que o comércio por eles feito, ajudou na ascenção do cristianismo).

Agora vamos analizar os que não tem descendência e querem ser assimilados pela cultura. Isso é algo ridículo. Essa pessoa se torna mais um fruto da multicultura, da sociedade cosmopolita. Sem contar que essas pessoas, fazendo isso, ignoram seus traços ancestrais, e assumem outros. Isso é uma afronta a todos os seus antepassados, ao seu povo e a sua raça. Não passam de pessoas que entram na onda, na modinha que isso se tornou. Se essas pessoas apreciam, tudo bem, mas se querem uma assimilação, devem ser repudiadas. Pode parecer clichê, mas pra quem assistiu o filme "O 13º guerreiro", pode notar que mesmo sendo um mensageiro árabe, Ahmed se aliou aos guerreiros e manteve suas tradições - mesmo ajudando e respeitando, não foi assimilado - e ainda saiu de cabeça erguida.

Isso é válido em todas as manifestações culturais, seja música artesanato, gastronomia, crenças e modo de vida - e válido pra todas as culturas e povos. Não adianta se fantasiar pros eventos pra resgatar a cultura, se a pessoa não tem isso no sangue - de modo cultural, racial e intelectual. Para os que fogem disso, saibam que não passam de gurizada. E como todos sabemos, essa gurizada não dura, felizmente.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Evitando a decadência Cultural

Desde o século retrasado, algumas regiões do Sul do Brasil foram colonizadas, principalmente, por alemães e italianos. As escolas e instituições religiosas tinham como objetivo defender os valores familiares. Existiam também diversas associações como clubes de caça e tiro, grupos culturais, agrícolas e comerciais que mantinham tradições germânicas, tanto para alemães residentes no Brasil, quanto para brasileiros descendentes de alemães. O mesmo ocorria em colônias italianas. Não é preciso dizer que isso fazia com que se mantivesem vivas as origens culturais do povo que estava colonizando o país.

Então chegaram os galinhas verdes e depois o estado novo. Nessa época todas as heranças culturais foram proibidas, foram fechados clubes tradicionalistas, o idioma e qualquer veneração a pátria antiga foram proibidos, assim como festas e encontros. Como a maior parte da população nessas cidades era de origem europeia ou descendentes diretos, a transição tenderia a ser lenta, então arrumaram um jeito de forçá-la - punindo com torturas e sanções quem fosse pego falando seu idioma nativo. Nessa época os europeus residentes e descendentes tinham problemas até para arrumar emprego. Com isso, a maioria das famílias, com medo, não passavam mais o idioma e a cultura para os filhos. Tudo piorou quando o Brasil entrou oficialmente na Segunda Grande Guerra, aumentando ainda mais o preconceito com os teuto-descendentes e ítalo-descendentes, no estado de Santa Catarina.

Anos depois, sabemos que as heranças desse "anticulturalismo" foi uma falta de herança cultural e um dos maiores racismos já ocorridos no Brasil, mas que nunca será defendido na mídia, nem ao menos citado. Hoje em dia, quem se interessa por costumes ancestrais, precisa pagar, e caro - sem citar que normalmente quem busca manter suas raizes, ou estudá-las, é visto como racista ou riducularizado pelos que seguem a "cultura pop mundial".

De todo modo, todos os que resolvem manter laços com suas origens são pessoas que sentem orgulho de sua linhagem. Isso ocorre com todos, sejam descendentes de alemães, de italianos, poloneses, japoneses e negros. A diferença é que só os descendentes de alemães orgulhosos são marginalizados e citados como racistas - podemos comparar, observando a campanha comemorativa da imigração japonesa, que é muito mais nova que a alemã, mas que teve apoio da mídia. E o próprio país, interessado numa cultura mista ajuda a manter essa ideia, defendendo minorias que não são minorias na maior parte do país.

Aqui no Sul, temos uma concentração muito grande de descendentes de europeus, mas poucos deles se interessam por manter laços culturais, e menos ainda sentem algum tipo de orgulho familiar ou de sangue (linhagem). Acho que o nosso maior desafio seja reverter o processo assimilatório que ocorre no meio e manter laços culturais mais fortes. Precisamos parar de apoiar a mistura cultural em festas tradicionalistas como a Oktoberfest e Festitália - que de tradicionalistas só tem o cartaz e o "slogan". O mesmo ocorre em em outras festas catarinenses, como a Festa da Cebola, a Festa do Pinhão, a festa do Leite, que embora sejam festas culturais, trazem artistas de outras regiões, que não combinam em nada com o estilo das festas em si. Devemos incentivar nossos familiares e amigos, indiferente da linhagem, a manterem sua cultura.

O primeiro passo começa dentro de casa, pois um bom exemplo vale mais do que um sermão. Caso não saibamos falar o idioma dos nossos antepassados, que tal aprender? Que tal ouvir músicas nesse idioma também? A gastronomia nem se fala, não necessariamente a comida colonial, mas a culinária moderna também pode ser interessante. Se seus filhos se interessarem por jogos, danças, música, que tal clubes de caça e tiro, dança e música folclórica? Passemos uma ideia de que dança e música folclórica pode ser tão ou mais interessante que "usar calças no joelho e cantar sobre o quão bonito é ser criminoso" - e nem precisamos ser tão extremistas, pois encontramos músicas européias que vão desde o pop até o metal extremo. Passemos a ideia que o idioma dos nossos antepassados pode ser tão útil quanto o inglês - e isso pode ser comprovado com diversas empresas multinacionais da região, pois temos filiais de empresas alemãs, italianas e até escandinavas por todo o estado. Passemos a ideia que um x-alemão é tão ou mais saboroso que o x-bacon, ou que einsbein é tão exótico quanto sushi.

Esqueçam as cotas, esqueçam o racismo, esqueçam todas essas coisas que serão usadas conta o nosso povo. Vamos nos preucupar, antes de tudo, em manter vivos nossos laços culturais, em dar uma boa educação para os nossos filhos. Vamos ensinar a todos a terem respeito com as demais culturas, mas vamos, principalmente, ensinar a importância de não misturá-las.
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